Pressreader / UOL Banca / Nuvem



Siga, Curta e Compartilhe
#brasilemfolhas - #jonaldodia - #jornaldigital
#jornalbrasil - #newspaperbrazil - #jornalhoje


18 de Fev de 2019 - Jornal em tempo real - Expediente - Publicidade

 

 
Notícias
 Da Bélgica ou da prisão, separatistas fazem campanha atípica na Catalunha - Jornal Brasil em Folhas
Da Bélgica ou da prisão, separatistas fazem campanha atípica na Catalunha


Um candidato faz discursos por videoconferência, outro manda cartas da prisão. Assim vive o separatismo catalão nesta campanha completamente atípica para as eleições regionais de 21 de dezembro.

Carles Puigdemont e Oriol Junqueras, presidente e vice-presidente do governo catalão, embargado por Madri, foram forçados a pensar em alternativas à campanha eleitoral tradicional a partir destes locais, de onde disputam a presidência da região, mas com possibilidades escassas, dada sua situação judicial.

O primeiro, na Bélgica, será detido se voltar à Espanha, e o segundo já está preso. Em ambos os casos, eles são acusados de rebelião, sedição e malversação por impulsionar o processo de separação que culminou na frustrada proclamação de uma república independente.

- Tribunais e tuítes -

Depois que Madri assumiu a tutela da autonomia catalã, Puigdemont decidiu ir, no fim de outubro, à Bélgica, país conhecido por receber diversas personalidades em exílio, a fim de demostrar que na Espanha estão submetidos a um julgamento político.

A estratégia de pôr o foco na cena internacional finalmente foi útil, escreveu exultante de Bruxelas, um dia após a Justiça espanhola retirar a ordem europeia de extradição contra ele e quatro ex-conselheiros de seu governo.

Reivindicando ser presidente legítimo dos catalães, o candidato do Juntos por Cataluña, uma coligação de membros do seu partido PDeCAT com separatistas, começou seu retorno ao cenário eleitoral, se reaproximando dos ex-parceiros do ERC.

Nós votamos ERC, mas nosso presidente é o Puigdemont, disse Eli Baró, de 40 anos, procedente de Pineda de Mar, na manifestação que reuniu 45.000 separatistas em Bruxelas em 7 de dezembro.

Puigdemont participa das disputas da campanha por videoconferência, com tuítes diários e algumas entrevistas à mídia catalã.

- Cartas e ligações -

A situação da ERC é pior, com Junqueras preso desde 2 de novembro. Nossa capacidade de influência dos cidadãos é muito reduzida. Não podemos ir a debates, nem dar entrevistas, nem ir a programas de televisão, lamenta seu braço direito, Raül Murcia.

A principal participação do candidato é escrever artigos da cela, que envia por carta a seus assessores. Mas é esmagadoramente complicado fazer campanha, admite Murcia.

A coordenação é difícil, já que, da prisão de Estremera, perto de Madri, ele só pode fazer dez ligações por semana, de cinco minutos cada. Destas, oito são para sua mulher e uma para mim, explica.

Murcia diz que anota rapidamente o que ele diz e passa as instruções à número dois do partido, Marta Rovira, que assumiu o pesa de fazer campanha na ausência do principal candidato da legenda.

O ERC começou a campanha liderando as pesquisas, que agora indicam um empate com o partido Ciudadanos, dirigido pela líder da oposição Inés Arrimadas, que pode se beneficiar de uma disputa entre os separatistas.

- Briga por votos -

Os dois partidos independentistas competem pelo mesmo grupo de votos, e o pacto de não agressão, firmado no início da campanha, já se evaporou, com ataques diretos entre os candidatos.

Carles Mundó, membro do governo embargado e preso até semana passada, recentemente descartou que Puigdemont poderia voltar à presidência, qualificando a candidatura, em uma reunião do ERC, como um simples desejo de voltar a ocupar cargos.

Achar que pode haver outro presidente é aceitar que Rajoy pode mudar o presidente, respondeu pouco depois que o ex-porta-voz do governo Jordi Turull.

 

Últimas Notícias

Brasil perdeu 7,2 milhões de linhas de celular no ano passado
Petrobras reduz em 3% GLP empresarial nas refinarias
Ministro do STJ nega pedido de prisão domiciliar a João de Deus
Escassez de chuvas leva governo a acionar termelétricas mais caras
Picciani, Paulo Melo e Albertassi serão julgados por Bretas
Suspensa permissão para deputada receber denúncias contra professores
MPT não descarta pedir bloqueio dos bens do Flamengo
Número de mortos identificados em Brumadinho chega a 151

MAIS NOTICIAS

 

Sul do Chile enfrenta 45 focos de incêndios florestais
 
 
Governo de Minas oferece suporte psicossocial às vítimas de Brumadinho
 
 
Força Nacional de Segurança começa a deixar o Ceará
 
 
Licitação de ônibus em São Paulo tem contratos de R$ 71 bi em 20 anos
 
 
Força Nacional vai atuar em Belém na primeira quinzena de março
 
 
Fiocruz alerta para agravamento de doenças na população após tragédia

 

 
 
 
 


ÚLTIMAS EDIÇÕES DO JORNAL BRASIL EM FOLHAS

 
 




© 2008 - 2017 - BRASIL EM FOLHAS S/A - CENTRAL DE ATENDIMENTO +55 (62) 3040-8212