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13 de Nov de 2018 - Jornal em tempo real - Expediente - Publicidade

 

 
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 Twitter reforça regras sobre conteúdo de ódio e abusivo - Jornal Brasil em Folhas
Twitter reforça regras sobre conteúdo de ódio e abusivo


O Twitter anunciou nesta segunda-feira (18) que começou a aplicar novas regras para filtrar conteúdos de ódio e abusivo na rede social, incluindo mensagens que promovam ou façam apologia da violência.

Há algum tempo a plataforma enfrenta críticas sobre sua forma de lidar com usuários, grupos e conteúdos que promovem o ódio na rede, o que a levou a eliminar o símbolo azul de verificação das contas de conhecidos nacionalistas americanos brancos no mês passado.

As ameaças específicas de violência e desejos de dano físico grave, morte, ou doença, a um indivíduo, ou grupo de pessoas, viola nossas políticas, estabelecem as novas regras.

Também será proibido qualquer conteúdo que glorifique a violência, ou aqueles que executarem um ato violento, assim como imagens de ódio, incluindo logotipos e símbolos associados com hostilidade e maldade com grupos específicos.

O Twitter também informou que suspenderá as contas que se afiliarem a organizações que usem, ou promovam, a violência contra civis para visibilizar suas causas.

Mas a rede social esclareceu que não bloqueará as contas de entidades militares e do governo, e que considerará abrir exceções para os grupos que atualmente estão participando (ou se comprometeram) com uma resolução pacífica.

As políticas de uso foram alvo de críticas no mês passado, quando a rede não tomou nenhuma medida após um dos tuítes do presidente Donald Trump parecer uma ameaça de violência com a Coreia do Norte.

O Twitter respondeu com a promessa de revisar sua política enquanto assinalava que deve-se levar em conta a notoriedade e o interesse público no momento de decidir se apaga um tuíte.

A nova norma marca o mais recente esforço das redes sociais para eliminar conteúdo que promova atividades ilegais e abusivas, tentando permanecer aberta à dissidência e a temas polêmicos.

Uma conta que já não está visível no Twitter é a da líder da organização britânica de ultradireita Britain First, Jayda Fransen, cujas mensagens anti-Islã foram retuitadas por Trump; assim como a de outro líder do grupo, Paul Golding.

O Twitter não quis fazer comentários sobre nenhuma conta em particular e não deu informações imediatas sobre o número de usuários atingidos pela nova disposição, assinalou uma porta-voz.

 

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