Pressreader / UOL Banca / Nuvem



Siga, Curta e Compartilhe
#brasilemfolhas - #jonaldodia - #jornaldigital
#jornalbrasil - #newspaperbrazil - #jornalhoje


25 de Mar de 2019 - Jornal em tempo real - Expediente - Publicidade

 

 
Notícias
 Eleições na Catalunha, um quebra-cabeça de possíveis coalizões - Jornal Brasil em Folhas
Eleições na Catalunha, um quebra-cabeça de possíveis coalizões


Os catalães decidem nesta quinta-feira se os separatistas devem voltar ao poder, do qual foram expulsos quando a região ficou sob a tutela de Madri, em outubro. Seguem abaixo os possíveis cenários das eleições regionais:

- Revolução antinacionalista -

O partido liberal e anti-independentista Cidadãos poderá vencer as eleições regionais, apesar de sua pouca experiência política.

Seria algo histórico, segundo um membro do partido separatista de esquerda Esquerra Republicana de Catalunya (ERC).

O catalanismo tem sido a ideologia dominante na Catalunha nas últimas quatro décadas, durante as quais a região teve um único presidente não nacionalista, o socialista José Montilla, que chegou ao poder por um acordo de coalizão com separatistas e eco-comunistas.

Caso obtenha a vitória, a chefe do Cidadãos na Catalunha, Inés Arrimadas, de 36 anos, promete dialogar para superar a divisão na sociedade catalã.

Os grandes empresários considera a jovem liberal uma garantia de estabilidade e prosperidade.

- Vitória de Carles Puigdemont -

Exilado em Bruxelas, o presidente catalão destituído que prometia não buscar mais de um mandato pretende liderar uma lista transversal, a Juntos pela Catalunha, para recuperar a dignidade dos catalães humilhados pela tomada de controle da região pelo governo espanhol.

Sua vitória seria um golpe para o chefe do executivo espanhol, Mariano Rajoy, que o destituiu.

Mas sobre ele pesa uma ordem de prisão por rebelião, sedição e malversação de fundos públicos. Ele poderá usar uma possível prisão ao voltar de Bruxelas como prova da política repressiva de Madri.

Seus seguidores esperam que uma vitória force Rajoy a negociar.

- Separatismo de Oriol Junqueras -

ERC, o partido do vice-presidente destituído e preso Oriol Junqueras, lidera as pesquisas em número de assentos.

Se vencer e o Parlamento o empossar como presidente regional, poderia continuar em prisão preventiva e a gestão do dia-a-dia seria assegurada por Marta Rovira, a secretária-geral.

Se investido, implementaria uma política social para expandir a base do movimento de independência, que nas eleições de 2015 obteve o apoio de 47,8% dos catalães, assegura uma fonte do ERC.

- Bloqueio e novas eleições -

Todos os cenários anteriores partem, no entanto, do princípio de que um dos três favoritos conseguirá a investidura, com o apoio de outros partidos.

Em todos esses cenários, será fundamental a atuação da Catalunha em Comum, a aliança de esquerda entre a prefeita de Barcelona, ​​Ada Colau, e Podemos.

Os comuns, aos quais as pesquisas dão entre 8 a 11 assentos, mantêm uma certa ambiguidade que abre as portas a múltiplas coalizões: dizem que não são separatistas, mas defendem um referendo de autodeterminação acordado com Madri.

O temor crescente é que, como aconteceu em toda a Espanha em 2016, haja um bloqueio persistente entre os blocos separatistas e os espanholistas.

Os separatistas precisarão do apoio do pequeno grupo separatista da esquerda radical CUP, que exige uma ruptura imediata com Madri, descartada pelas outras duas formações soberanistas.

Por outro lado, Arrimadas, mesmo com o apoio dos socialistas e do Partido Popular de Rajoy, poderia não ter apoio suficiente para garantir a investidura.

- A surpresa socialista -

As probabilidades de bloqueio e novas eleições são muito altas, alerta ainda o cientista político Pepe Fernández-Albertos, a menos que os partidos favoráveis a seguir na Espanha prefiram evitá-lo e deixem governar em minoria o candidato socialista Miquel Iceta, que tem mais capacidade de diálogo com os outros partidos.

Um cenário assim já aconteceu em outra região espanhola agitada pelo separatismo, o País Basco, quando dirigido pelo socialista Patxi López, sem maioria, entre 2009 e 2012.

 

Últimas Notícias

Jovens têm menos chance de contratação e mais de serem demitidos
Bolsa cai e dólar fecha em R$ 3,80
Araújo: dispensa de status especial na OMC nos coloca como país grande
Países sul-americanos devem sair de uma só vez da Unasul, diz ministro
Chanceler descarta emprego das Forças Armadas na Venezuela
Moçambique, Zimbábue e Malauí tentam identificar vítimas de ciclone
Nova Zelândia quer proibir, em abril, venda de armas do tipo militar
Conselho Europeu aceita prorrogar saída do Reino Unido para maio

MAIS NOTICIAS

 

Copom inicia reunião nesta terça para definir taxa básica de juros
 
 
Mercado reduz projeção de crescimento da economia de 2,28% para 2,01%
 
 
Atividade econômica tem queda de 0,41% em janeiro, diz BC
 
 
Governo lança edital de estudos para concessão de 22 aeroportos
 
 
Governo do Rio anuncia rompimento da concessão do Maracanã
 
 
Conflitos e segurança poderão contar pontos na avaliação de escolas

 

 
 
 
 


ÚLTIMAS EDIÇÕES DO JORNAL BRASIL EM FOLHAS

 
 




© 2008 - 2017 - BRASIL EM FOLHAS S/A - CENTRAL DE ATENDIMENTO +55 (62) 3040-8212