Pressreader / UOL Banca / Nuvem



Siga, Curta e Compartilhe
#brasilemfolhas - #jonaldodia - #jornaldigital
#jornalbrasil - #newspaperbrazil - #jornalhoje


15 de Nov de 2018 - Jornal em tempo real - Expediente - Publicidade

 

 
Notícias
 Ipea prevê crescimento da economia de 1,1% este ano e 3% em 2018 - Jornal Brasil em Folhas
Ipea prevê crescimento da economia de 1,1% este ano e 3% em 2018


O Brasil deverá manter para o próximo ano a continuidade do processo de “recuperação cíclica” da economia, com o Produto Interno Bruto (PIB, a soma de todas as riquezas produzidas) fechando 2018 com expansão de 3%.

Essa e outras previsões constam da seção Visão Geral da Carta Conjuntura 37ª, com previsões da economia para o próximo ano, que o Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) está divulgando hoje (20).

Nela, ele condiciona a continuidade do atual processo de recuperação cíclica da economia, apontando para uma trajetória de convergência gradual rumo a uma situação de crescimento sustentado, ao equacionamento “de modo crucial” da questão fiscal no país.

Para o Ipea, apesar das dificuldades correntes de aprovação, no Congresso Nacional, de medidas fundamentais do ajuste fiscal - em particular a reforma da Previdência – o ambiente externo continuará “provendo liquidez suficiente durante o período de transição, enquanto as medidas de ajuste não forem adotadas”.

No estudo, o Ipea procura traçar um panorama do cenário econômico atual no Brasil, com projeções para PIB, inflação, câmbio, exportações, importações, juros, investimentos, indústria, serviços, agropecuária, consumo das famílias e consumo do governo.

Na visão do instituto, as projeções de crescimento de 1,1% para o PIB deste ano se baseiam na expansão da agricultura, do consumo privado, das exportações líquidas e estoques.

“Já o crescimento de 3% projetado para 2018 deve se justificar pelo avanço da indústria e do setor de serviços, e pelos gastos privados de consumo e investimento”, diz o documento.

Em sua publicação sobre as projeções da economia para os próximos meses e para o fechamento de 2018, economistas do Ipea projetam uma inflação de 2,9% para 2017 e de 4% em 2018.

“Com a queda da inflação e as expectativas para o futuro ancoradas, ao final de 2018, em nível próximo da meta de 2019 (4,25%), espera-se que o Banco Central conclua o atual ciclo de afrouxamento monetário no começo de 2018 e mantenha a meta da taxa Selic no patamar de 6,75% ao ano até o final do ano”.

PIB deve crescer

A avaliação do Grupo de Conjuntura é que o PIB venha a crescer 2,3% neste quarto trimestre do ano em relação ao mesmo trimestre de 2016.

Pela ótica da oferta, a avaliação é de que “todos os componentes devem apresentar taxa de crescimento positivo em relação ao quarto trimestre de 2016: 2,7% para a indústria, 2% para os serviços e 0,4% para a agropecuária. A agropecuária cai em relação ao terceiro trimestre de 2017, mas a indústria e os serviços crescem”.

Já pela ótica da despesa, a previsão é que o consumo das famílias deve crescer 3,4% em relação ao mesmo período do ano anterior, e o investimento agregado deve apresentar crescimento de 2,9% na mesma base de comparação – primeira variação positiva desde o primeiro trimestre de 2014.

“Espera-se que as exportações líquidas também contribuam positivamente para o crescimento: aumento de 6,3% das importações e de 12,9% das exportações. O único componente a apresentar queda em relação ao quarto trimestre de 2016 é o consumo do governo, que deverá retrair 0,8%” analisa o documento.

Importações podem aumentar 7,8%

O Ipea espera “crescimento nulo” do consumo público em 2018. É aguardado, ainda, um aumento mais forte das importações (7,8%) e das exportações (4,3%). “Esta elevada taxa de crescimento das importações é condizente com a expansão da renda doméstica e do investimento ao longo do ano”.

Apesar das elevadas taxas de desemprego, com o país registrando mais de 12 milhões de pessoas desocupadas, segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística, a Visão Geral da Carta de Conjuntura é de que os dados “apontam que um dos suportes para a recuperação em curso [da economia] tem sido o mercado de trabalho”.

“A taxa de desemprego caiu de 13,7% no primeiro trimestre de 2017 para 12,2% no trimestre encerrado em outubro. Sem ignorar que a taxa de desemprego ainda é muito elevada, e que ainda há 12,7 milhões de pessoas em busca de trabalho, cabe destacar que essa reversão vem ocorrendo mais rapidamente que o esperado”, finaliza o estudo.

 

Últimas Notícias

Corpo de médico que criou carretas móveis será enterrado à tarde
Fuzil defeituoso explode e fere policial no Rio
Defensoria do Rio ajuda vítimas de desabamento a recuperar documentos
Polícia faz operação contra milícia no Rio de Janeiro
Famílias desalojadas em Niterói receberão novas moradias
MP denuncia cinco por venda irregular de lotes públicos no Tocantins
Sindicalistas defendem manutenção do sistema público de Previdência
Candidatas tiveram menos recursos de campanha, diz ONG

MAIS NOTICIAS

 

No Congresso, Temer defende reuniões frequentes entre Poderes
 
 
Bolsonaro reafirma, no Congresso, compromisso com a Constituição
 
 
Bolsonaro critica Enem e diz que prova deve cobrar conhecimentos úteis
 
 
Governo de transição dividiu trabalhos por temas em dez frentes
 
 
Para ministro, é “mais simples” unir MEC com Ciência e Tecnologia
 
 
Bolsonaro e Temer iniciam hoje formalmente governo de transição

 

 
 
 
 


ÚLTIMAS EDIÇÕES DO JORNAL BRASIL EM FOLHAS

 
 




© 2008 - 2019 - BRASIL EM FOLHAS S/A - CENTRAL DE ATENDIMENTO +55 (62) 3040-8212