Pressreader / UOL Banca / Nuvem



Siga, Curta e Compartilhe
#brasilemfolhas - #jonaldodia - #jornaldigital
#jornalbrasil - #newspaperbrazil - #jornalhoje


22 de Jan de 2019 - Jornal em tempo real - Expediente - Publicidade

 

 
Notícias
 Human Rights Watch acusa combatentes yazidis de executarem civis - Jornal Brasil em Folhas
Human Rights Watch acusa combatentes yazidis de executarem civis


Combatentes yazidis teriam sequestrado e executado 52 civis no norte do Iraque em represália às atrocidades cometidas pelo grupo Estado Islâmico (EI) contra esta minoria, afirmou a organização Human Rights Watch (HRW) nesta quarta-feira (27).

Em 2014, jihadistas do grupo extremista sunita mataram milhares de yazidis no monte Sinjar e sequestraram milhares de mulheres e adolescentes para torná-las escravas sexuais.

Segundo a HRW, que cita pessoas próximas às vítimas, em 4 de junho de 2017 as forças yazidis aparentemente prenderam e executaram homens, mulheres e crianças de oito famílias da tribo (sunita) Al Bu Meteut que fugiam dos combates entre o EI e as unidades paramilitares Hashd al Shaabi a oeste de Mossul.

Retomada das mãos do EI no início de julho pelas forças de Bagdá, a segunda cidade do Iraque é a capital da província de Nínive, onde fica Sinjar, reduto da minoria yazidi perseguida pelos extremistas no noroeste do país.

Quando estiver terminado o combate contra o EI no Iraque, as forças de segurança devem se concentrar na prevenção de atos de represália e impor o Estado de direito, exortou em um comunicado Lama Fakih, da HRW para o Oriente Médio.

As atrocidades anteriores cometidas contra os yazidis não dão a suas forças um cheque em branco para cometer abusos contra outros grupos, seja qual for o passado, continuou.

Unidades yazidis da Hashd al Shaabi, que estão sob o comando do primeiro-ministro, estão igualmente envolvidas em outros dois casos de desaparecimento forçado no fim de 2017 de membros das tribos Al Bu Meteut e Jahesh, dois clãs sunitas, segundo a HRW.

Responsáveis yazidis indicaram à ONG que combatentes dessas unidades afirmaram serem os responsáveis pela morte de 52 membros da tribo Al Bu Meteut. Forneceram a HRW fotos das roupas que, segundo eles, pertenciam às vítimas.

Comandantes militares yazidis reconheceram estar envolvidos nesses crimes, considerando que os membros dessa tribo são cachorros que merecem morrer, acusando-os de ter participado com o EI das perseguições sofridas por sua comunidade. Ambas as tribos desmentem.

Milhares de mulheres e adolescentes, em particular yazidis, foram estupradas, sequestradas, reduzidas à escravidão e submetidas a um tratamento desumano nas áreas controladas pelo grupo Estado Islâmico.

Segundo a ONU, cerca de 3.000 continuariam presas.

Os yazidis são uma minoria de língua curda, monoteísta e adeptos a uma religião esotérica. Acreditam em um único Deus e em um chefe dos anjos representado por um pavão.

 

Últimas Notícias

Furto de combustível causou explosão que matou ao menos 66 pessoas
Sobe para 399 número de presos por ataques no Ceará
Migrantes desaparecidos em naufrágio no Mediterrâneo já são 114
Aniversário de São Paulo terá programação com diversidade de ritmos
Mais de 600 pessoas levavam gasolina na hora da explosão de oleoduto
Pré-carnaval movimenta foliões nas ruas do Rio
Brasil expressa condolências às famílias das vítimas no México
Marcha das Mulheres reúne milhares pelo mundo

MAIS NOTICIAS

 

ANP aprova credenciamento de empresa certificadora
 
 
Política de combate à inflação foi bem-sucedida, diz presidente do BC
 
 
Marcos Pontes: fusão de Embraer e Boeing preserva interesses do país
 
 
Número de linhas de celular tem maior queda do ano em novembro
 
 
ANP: Petrobras pede prazo maior para definir quais campos vai explorar
 
 
Ex-presidente do Banco Central defende política econômica do governo

 

 
 
 
 


ÚLTIMAS EDIÇÕES DO JORNAL BRASIL EM FOLHAS

 
 




© 2008 - 2017 - BRASIL EM FOLHAS S/A - CENTRAL DE ATENDIMENTO +55 (62) 3040-8212