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21 de Jan de 2019 - Jornal em tempo real - Expediente - Publicidade

 

 
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 Ucrânia e separatistas pró-russos fazem troca de prisioneiros - Jornal Brasil em Folhas
Ucrânia e separatistas pró-russos fazem troca de prisioneiros


As autoridades ucranianas e os separatistas pró-russos trocaram nesta quarta-feira (27) mais de 300 prisioneiros na zona leste rebelde da Ucrânia, em um dos intercâmbios mais significativos em quase quatro anos de guerra.

O presidente ucraniano, Petro Poroshenko, recebeu os ucranianos libertados perto da linha de frente, antes de voar com eles a bordo de helicópteros para Jarkiv, o grande centro regional sob o controle de Kiev no leste do país.

Por fim conseguimos, declarou o chefe de Estado ucraniano, no aeroporto de Jarkiv aos ex-prisioneiros, alguns deles vestidos com uniforme militar e com a bandeira ucraniana sobre as costas.

Vamos duplicar ou até triplicar os esforços para libertar os prisioneiros restantes, prometeu.

Na noite desta quarta-feira, os ucranianos libertados foram recebidos por centenas de pessoas no Aeroporto de Kiev, com bandeiras do país e ramos de flores, sob os gritos de Glória à Ucrania! Glória aos heróis!

Os familiares correram para abraçar seus entes queridos, alguns há mais de três anos detidos.

Fruto de difíceis negociações entre o presidente russo, Vladimir Putin, e seu homólogo Poroshenko que se prolongaram durante semanas, o intercâmbio beneficiou 73 prisioneiros detidos nas duas repúblicas autoproclamadas pelos rebeldes - Lugansk e Donetsk - e a 233 detidos pelas autoridades de Kiev.

Cirilo, patriarca da Igreja ortodoxa russa, também participou nas negociações.

No começo, a previsão era trocar 74 prisioneiros dos separatistas em troca de 306 dos detidos em Kiev, mas um total de 74 se negaram a mudar de lado, segundo a procuradoria ucraniana.

Esta operação, a primeira de prisioneiros em 15 meses, foi feira na linha de frente perto de Gorlivka, a cerca de 40 km da capital separatista de Donetsk.

A liberação dos prisioneiros é um dos pontos centrais dos acordos de paz de Minsk, assinados em fevereiro de 2015 e que permitiram que a intensidade dos combates fosse reduzida.

Segundo um comunicado do Parlamento ucraniano publicado nesta quarta-feira, os separatistas mantêm uma centena de prisioneiros.

 

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