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19 de Jan de 2019 - Jornal em tempo real - Expediente - Publicidade

 

 
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 Dúvidas sobre eleições hondurenhas permanecem, afirma OEA - Jornal Brasil em Folhas
Dúvidas sobre eleições hondurenhas permanecem, afirma OEA


A OEA advertiu nesta quinta-feira (28) que ainda tem dúvidas sobre quem ganhou as eleições em Honduras, embora a autoridade eleitoral tenha declarado a vitória do presidente Juan Orlando Hernández sobre o opositor Salvador Nasralla.

A estreita margem entre os votos obtidos por uma e outra candidatura, assim como as irregularidades, erros e problemas sistêmicos que cercaram esta eleição não permitiram em seu momento à Missão ter certeza sobre quem foi o ganhador da eleição presidencial, disse a delegação de observadores da OEA.

Ao divulgar seu relatório final, de 34 páginas, a Missão de Observação Eleitoral da Organização de Estados Americanos (MOE/OEA) expôs que observou um processo de baixa qualidade eleitoral e não pôde afirmar que as dúvidas sobre o mesmo estejam hoje esclarecidas.

Em uma nota entregue à missão de Honduras da OEA, o secretário-geral, Luis Almagro, denunciou pressões do governo, motivo pelo qual considerou divulgar em Washington o relatório final das eleições por segurança dos membros da missão.

- Pressões contra a missão -

Se houve pressões sobre a MOE violando sua independência foi por parte de setores vinculados ao governo, tanto que a MOE em algum momento considerou a eventual apresentação do relatório em Washington por razões de segurança, afirmou.

A nota foi entregue em resposta a uma negativa de Honduras a uma solicitação feita pela OEA ao governo de autorizar a entrada de um delegado para conhecer a situação dos protestos e a resposta do Estado às mobilizações.

Acrescentou que a solicitação era parte do esforço para pacificar e deter as mortes (por causa das mobilizações) que já passavam de 32 conforme as denúncias.

Em seu relatório final, a missão questionou a politização do TSE, que declarou Hernández vencedor.

Em uma primeira contagem, o TSE deu uma vantagem de cinco pontos, com 57% dos votos a Nasralla, mas, depois de uma série de interrupções no sistema de cômputo, o resultado foi sendo revertido até que Hernández ficasse com 42,95% contra 41,25% do opositor.

Com base em uma análise realizada por um professor da universidade americana de Georgestown, a OAE assegurou que é estatisticamente improvável a mudança de tendência de voto que aconteceu na recontagem validada pelo TSE.

A missão também classificou de prática ruim a decisão do tribunal eleitoral de declarar a vitória de Hernández por uma situação irregular da Sala Constitucional.

A carta magna hondurenha proíbe a reeleição de um presidente, mas a Sala Constitucional, integrada por cinco magistrados, derrogou a proibição depois de um recurso apresentado por deputados oficialistas.

Almagro, propôs a convocação de novas eleições, enquanto os Estados Unidos reconheceram a declaração de Hernández como presidente reeleito, decisão tomada após o reconhecimento por uma dezena de países.

 

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