Pressreader / UOL Banca / Nuvem



Siga, Curta e Compartilhe
#brasilemfolhas - #jonaldodia - #jornaldigital
#jornalbrasil - #newspaperbrazil - #jornalhoje


20 de Nov de 2018 - Jornal em tempo real - Expediente - Publicidade

 

 
Notícias
 Gestão do Governo de Goiás garante cumprimento de metas fiscais, com superávit primário de R$ 216 milhões em 2017 - Jornal Brasil em Folhas
Gestão do Governo de Goiás garante cumprimento de metas fiscais, com superávit primário de R$ 216 milhões em 2017


A administração austera e planejada do Governo de Goiás garantiu o cumprimento das metas fiscais em 2017, mostra balanço anual da Secretaria de Estado da Fazenda (Sefaz) apresentado neste sábado, dia 30. As medidas de contenção de despesas associadas às políticas de eficiência de gestão da arrecadação garantiram superávit primário de R$ 216,116 milhões, o menor dispêndio com a folha do funcionalismo em três anos e reduziram a relação dívida receita para 0,95, o menor patamar dos últimos 4 anos.

O superávit primário é resultado de um resultado primário positivo, ou seja, quando o governo arrecada mais do que gasta. É o indicador fiscal mais importante das contas públicas. Também o resultado nominal foi positivo, de R$ 1,123 bilhão em 2017. O governador Marconi Perillo também investiu mais que o previsto em lei nas despesas constitucionais com Educação (25,10%, ante 25% estabelecidos), Saúde (12,05%, ante 12%) e Ciência e Tecnologia (3,90%, ante 3,25%).

A despesa líquida com pessoal em 2017 foi de R$ 8,482 milhões em 2017, R$ 529 milhões menor que em 2016, quando a folha totalizou R$ 9,010 bilhões. Assim, a relação entre Despesa Líquida com Pessoal (DLP) e Receita Corrente Líquida (RCL) caiu de 46,82% para 41,23% do ano passado para este ano. Ao mesmo tempo em que a despesa com pessoal caiu, a receita subiu na comparação com 2016: foi de R$ 19,246 milhões no ano passado para R$ 20,571 em 2017, um acréscimo de R$ 1,325 bilhão, mostra o relatório da Sefaz.

A relação entre Receita Corrente Líquida e Dívida Consolidada Líquida de 0,95% em 2017, o menor patamar desde 2014. Isso significa que é necessário menos de uma receita anual para pagar a dívida fundada. Em 2014, eram necessários 1,36 receitas anuais e em 2015 e 2016, o equivalente a 1,32. A Dívida Consolidada Líquida fechou o ano em R$ 19,46 milhões.

Dívida

Levantamento realizado pela Secretaria da Fazenda (Sefaz) junto aos dados da Dívida Fundada do Estado mostra que a totalidade das operações de crédito contratadas pelas gestões governador Marconi Perillo foi aplicada em obras de infraestrutura econômica e social, gerando emprego e com impacto positivo sobre a arrecadação. A destinação se contrapõe às de governos anteriores, que captaram empréstimos para dívidas resultantes de ineficiência administrativa (o levantamento está em anexo).

Nos quatro mandatos de Marconi Perillo, ao contrário de outros governos, as operações de crédito foram destinadas aos investimentos em infraestrutura, energia e modernização da administração. Nos dois primeiros mandatos (1999-2002), a gestão Marconi Perillo basicamente pagou a dívida de operações contraídas em outras gestões. No período, os dispêndios totalizaram R$ 10,4 bilhões. Só no período de um ano – de 1999 a 2000, o Estado pagou R$ 2 bilhões em operações contraídas no governo de Maguito Vilela.

Os registros da Secretaria da Fazenda mostram que a única operação de crédito realizada se deu com o Bird, no valor de US$ 65 milhões, para gerenciamento da malha rodoviária. No ano de 1999, primeiro ano do primeiro mandato de Marconi, o governo de Goiás pagou R$ 953 milhões em operações de créditos na gestão anterior, para consolidar a federalização do Banco do Estado de Goiás (BEG), cujas medidas foram adotadas pelo governador na época, Maguito Vilela (PMDB), que governou o estado de 1995 a 1998.

No caso da Celg, os recursos foram empregados para garantir os investimentos em energia elétrica, também essenciais para o desenvolvimento econômico do Estado. Também foram multiplicados os investimentos na conservação da malha rodoviária do estado, hoje uma das mais modernas do País. Para isso, foram consolidadas três operações de crédito – a primeira de R$ 1,5 bilhão (2011), a segunda de R$ 1,56 bilhão (2013) e a terceira de R$ 505 milhões (2017).

Nas demais operações, os recursos foram empregados na modernização da Administração Fazendária e aumento e da capital e saneamento financeiro da Saneago. No ano de 2010, no governo de Alcides Rodrigues, o Estado não cumpriu as metas fiscais, portanto não poderia firmar operações de crédito. Mesmo assim, teve de pagar R$ 1,19 bilhão de dívida.

Receita

As medidas de ajuste e a eficiência da política econômica do governo Marconi Perillo garantiram crescimento real das receitas tributárias em 2017, acima das expectativas, apesar de o ano ainda ter sido marcado pelos efeitos da crise econômica. A receita do Governo de Goiás teve crescimento de 3%, apontou levantamento apresentado pelas equipes dos secretários de Estado da Fazenda, João Furtado, e de Gestão e Planejamento, Joaquim Mesquita para o governador na tarde desta quarta-feira (27/12).

O incremento nas receitas garantiu os investimentos em obras e a manutenção, em dia, do pagamento da folha do funcionalismo e da prestação dos serviços públicos, como educação, segurança, saúde e programas sociais. Os dados referem-se à arrecadação efetiva do Estado até o meio-dia deste dia 27. Os números atestam a correção da política fiscal e tributária do Governo adotada desde 2015 diante do quadro de recessão da economia brasileira.

Aliado aos ajustes da máquina pública – que se ancoraram em ações de contenção de despesas, incentivo à renegociação de débitos e ao aprimoramento dos mecanismos da ação fiscal – o balanço apresentado pelo superintendente-executivo da Receita Estadual, Adonídio Neto Vieira Júnior, mostrou que a efetividade da arrecadação ultrapassou as expectativas e metas pactuadas entre a equipe econômica e o governador Marconi Perillo no início do exercício.

 

Últimas Notícias

Atos em Brasília marcam os 50 anos da Receita Federal
Temer pede que brasileiros reflitam sobre questão racial
Grafiteira faz mural de 500 m2 no Rio para homenagear mulheres negras
Dia da Consciência Negra é comemorado no Rio com homenagem a Zumbi
Estados poderão decidir se darão aulas a distância no ensino médio
Moro escolhe delegados da Lava Jato para PF e departamento do MJ
Estudante poderá escolher área a ser avaliada no segundo dia do Enem
PF prende suspeitos de ligações com facções criminosas em sete estados

MAIS NOTICIAS

 

Estimativa do mercado para inflação cai pela quarta vez seguida
 
 
Autoridades de Cuba anunciam retorno de médicos antes do fim do ano
 
 
Guatemala monitora atividades de vulcão que pode ter novas erupções
 
 
Ex-CEO da Nissan é preso no Japão suspeito de reduzir próprio lucro
 
 
Governador eleito do Rio promete nova concessão para o Maracanã
 
 
Relatório alerta que há 45 barragens sob ameaça de desabamento

 


 
 
 
 


ÚLTIMAS EDIÇÕES DO JORNAL BRASIL EM FOLHAS

 
 




© 2008 - 2019 - BRASIL EM FOLHAS S/A - CENTRAL DE ATENDIMENTO +55 (62) 3040-8212