Pressreader / UOL Banca / Nuvem



Siga, Curta e Compartilhe
#brasilemfolhas - #jonaldodia - #jornaldigital
#jornalbrasil - #newspaperbrazil - #jornalhoje


17 de Fev de 2019 - Jornal em tempo real - Expediente - Publicidade

 

 
Notícias
 DNA de bebê resgata história dos primeiros humanos na América - Jornal Brasil em Folhas
DNA de bebê resgata história dos primeiros humanos na América


Ela morreu com seis semanas de vida há 11.500 anos, mas tem muito a dizer. A análise do DNA do fóssil de uma bebê encontrada no Alasca permitiu especificar como os primeiros humanos chegaram ao continente americano, segundo um estudo publicado nesta quarta-feira (3).

Os restos da menina foram descobertos em 2013 no parque arqueológico de Upward Sun River, no Alasca. A bebê foi batizada de Xachiteeaanenh teede gaay, ou a pequena do amanhecer, pela comunidade local. Para os cientistas, é USR1, em alusão ao local onde foi encontrada.

Ela tinha sido enterrada junto a uma recém-nascida também do sexo feminino, só ainda mais jovem, que foi igualmente estudada pela equipe formada por pesquisadores das universidades de Copenhague, Cambridge e Alasca.

Grande parte da comunidade científica concorda em considerar que os primeiros humanos que pisaram no continente americano pertenciam a grupos procedentes da Ásia ao fim do último período glacial (Pleistoceno Superior).

Nessa época de glaciação, o nível dos oceanos havia baixado e uma ponte terrestre correspondente ao atual Estreito de Bering permitia passar da Sibéria ao Alasca.

Mas ainda restam muitas perguntas sobre a data da chegada dessas populações e sobre a forma como ocuparam o continente americano.

A equipe de pesquisadores, cujos trabalhos foram publicados na revista Nature, conseguiu sequenciar o genoma completo do bebê USR1.

No entanto, não puderam sequenciar o código genético da recém-nascida porque as amostras de DNA eram insuficientes. Mas as análises genéticas permitiram mostrar que as duas meninas tinham vínculos e provavelmente eram primas.

A pequena do amanhecer deu uma grande surpresa aos pesquisadores: seu patrimônio genético não corresponde às duas ramas conhecidas dos primeiros ameríndios (chamados do norte e do sul).

Os cientistas descobriram que pertencia a um grupo até então desconhecido, que batizaram de Beringianos Antigos.

Não sabíamos que essa população existia, destaca Ben Potter, professor de Antropologia na Universidade do Alasca em Fairbanks.

Outras análises permitiram fornecer a primeira prova genética direto de que os ancestrais dos ameríndios procedem todos de uma mesma população chegada em um único movimento migratório durante a Era Glacial, segundo o estudo.

Esta onda migratória pode ter acontecido há mais de 20 mil anos, destaca a Universidade de Cambridge em um comunicado.

 

Últimas Notícias

Governadores pedem ao STF julgamento de processos sobre repasses
Ministro quer atrair investimentos privados para Jardim Botânico do RJ
Fies vai oferecer 100 mil vagas a juro zero para alunos de baixa renda
TJ libera R$ 13 milhões para Vale ressarcir gastos do governo mineiro
Vale pede mais tempo para analisar Termo de Ajuste Preliminar
Deputados do Rio presos podem ter posses suspensas
Vale suspende operação em barragem em Brucutu e de mina em Brumadinho
TRE-RJ mantém ex-deputado Paulo Melo inelegível até 2024

MAIS NOTICIAS

 

Sul do Chile enfrenta 45 focos de incêndios florestais
 
 
Governo de Minas oferece suporte psicossocial às vítimas de Brumadinho
 
 
Força Nacional de Segurança começa a deixar o Ceará
 
 
Licitação de ônibus em São Paulo tem contratos de R$ 71 bi em 20 anos
 
 
Força Nacional vai atuar em Belém na primeira quinzena de março
 
 
Fiocruz alerta para agravamento de doenças na população após tragédia

 

 
 
 
 


ÚLTIMAS EDIÇÕES DO JORNAL BRASIL EM FOLHAS

 
 




© 2008 - 2017 - BRASIL EM FOLHAS S/A - CENTRAL DE ATENDIMENTO +55 (62) 3040-8212