Pressreader / UOL Banca / Nuvem



Siga, Curta e Compartilhe
#brasilemfolhas - #jonaldodia - #jornaldigital
#jornalbrasil - #newspaperbrazil - #jornalhoje


18 de Nov de 2018 - Jornal em tempo real - Expediente - Publicidade

 

 
Notícias
 DNA de bebê resgata história dos primeiros humanos na América - Jornal Brasil em Folhas
DNA de bebê resgata história dos primeiros humanos na América


Ela morreu com seis semanas de vida há 11.500 anos, mas tem muito a dizer. A análise do DNA do fóssil de uma bebê encontrada no Alasca permitiu especificar como os primeiros humanos chegaram ao continente americano, segundo um estudo publicado nesta quarta-feira (3).

Os restos da menina foram descobertos em 2013 no parque arqueológico de Upward Sun River, no Alasca. A bebê foi batizada de Xachiteeaanenh teede gaay, ou a pequena do amanhecer, pela comunidade local. Para os cientistas, é USR1, em alusão ao local onde foi encontrada.

Ela tinha sido enterrada junto a uma recém-nascida também do sexo feminino, só ainda mais jovem, que foi igualmente estudada pela equipe formada por pesquisadores das universidades de Copenhague, Cambridge e Alasca.

Grande parte da comunidade científica concorda em considerar que os primeiros humanos que pisaram no continente americano pertenciam a grupos procedentes da Ásia ao fim do último período glacial (Pleistoceno Superior).

Nessa época de glaciação, o nível dos oceanos havia baixado e uma ponte terrestre correspondente ao atual Estreito de Bering permitia passar da Sibéria ao Alasca.

Mas ainda restam muitas perguntas sobre a data da chegada dessas populações e sobre a forma como ocuparam o continente americano.

A equipe de pesquisadores, cujos trabalhos foram publicados na revista Nature, conseguiu sequenciar o genoma completo do bebê USR1.

No entanto, não puderam sequenciar o código genético da recém-nascida porque as amostras de DNA eram insuficientes. Mas as análises genéticas permitiram mostrar que as duas meninas tinham vínculos e provavelmente eram primas.

A pequena do amanhecer deu uma grande surpresa aos pesquisadores: seu patrimônio genético não corresponde às duas ramas conhecidas dos primeiros ameríndios (chamados do norte e do sul).

Os cientistas descobriram que pertencia a um grupo até então desconhecido, que batizaram de Beringianos Antigos.

Não sabíamos que essa população existia, destaca Ben Potter, professor de Antropologia na Universidade do Alasca em Fairbanks.

Outras análises permitiram fornecer a primeira prova genética direto de que os ancestrais dos ameríndios procedem todos de uma mesma população chegada em um único movimento migratório durante a Era Glacial, segundo o estudo.

Esta onda migratória pode ter acontecido há mais de 20 mil anos, destaca a Universidade de Cambridge em um comunicado.

 

Últimas Notícias

Submarino argentino é encontrado um ano e um dia após desaparecimento
Parlamento cubano rejeita resolução da Eurocâmara sobre direitos human
Incêndio da Califórnia registra 74 mortos e mais de mil desaparecidos
Livro mistura suspense e fantasia em reflexão sobre violência no país
EBC e Fundação Getulio Vargas firmam acordo para revitalizar acervo
Trabalho de escoramento em viaduto paulistano prossegue neste sábado
Belo Horizonte tem previsão de mais chuva; temporais já mataram quatro
Prefeito de Mariana diz que não desistirá de ação no Reino Unido

MAIS NOTICIAS

 

Morre em Pelotas o criador da camisa canarinho, Aldyr Schlee
 
 
Brasil concentrou 40% dos feminicídios da América Latina em 2017
 
 
Jungmann e Toffoli anunciam sistema para unificar processos de presos
 
 
Pensamento liberal deve guiar a equipe econômica de Bolsonaro
 
 
Gold3-4 minutosfajn permanecerá à frente do BC até Senado aprovar Campos Neto
 
 
Senado argentino aprova orçamento de 2019 como prometeu ao FMI

 

 
 
 
 


ÚLTIMAS EDIÇÕES DO JORNAL BRASIL EM FOLHAS

 
 




© 2008 - 2019 - BRASIL EM FOLHAS S/A - CENTRAL DE ATENDIMENTO +55 (62) 3040-8212