Assine Brasil em Folhas / Nuvem / Pressreader



Siga, Curta e Compartilhe
#brasilemfolhas - #jonaldodia - #jornaldigital
#jornalbrasil - #newspaperbrazil - #jornalhoje


22 de Jan de 2018 - Jornal em tempo real - Expediente - Publicidade
 

...

...

 
Notícias
 DNA de bebê resgata história dos primeiros humanos na América - Jornal Brasil em Folhas
DNA de bebê resgata história dos primeiros humanos na América


Ela morreu com seis semanas de vida há 11.500 anos, mas tem muito a dizer. A análise do DNA do fóssil de uma bebê encontrada no Alasca permitiu especificar como os primeiros humanos chegaram ao continente americano, segundo um estudo publicado nesta quarta-feira (3).

Os restos da menina foram descobertos em 2013 no parque arqueológico de Upward Sun River, no Alasca. A bebê foi batizada de Xachiteeaanenh teede gaay, ou a pequena do amanhecer, pela comunidade local. Para os cientistas, é USR1, em alusão ao local onde foi encontrada.

Ela tinha sido enterrada junto a uma recém-nascida também do sexo feminino, só ainda mais jovem, que foi igualmente estudada pela equipe formada por pesquisadores das universidades de Copenhague, Cambridge e Alasca.

Grande parte da comunidade científica concorda em considerar que os primeiros humanos que pisaram no continente americano pertenciam a grupos procedentes da Ásia ao fim do último período glacial (Pleistoceno Superior).

Nessa época de glaciação, o nível dos oceanos havia baixado e uma ponte terrestre correspondente ao atual Estreito de Bering permitia passar da Sibéria ao Alasca.

Mas ainda restam muitas perguntas sobre a data da chegada dessas populações e sobre a forma como ocuparam o continente americano.

A equipe de pesquisadores, cujos trabalhos foram publicados na revista Nature, conseguiu sequenciar o genoma completo do bebê USR1.

No entanto, não puderam sequenciar o código genético da recém-nascida porque as amostras de DNA eram insuficientes. Mas as análises genéticas permitiram mostrar que as duas meninas tinham vínculos e provavelmente eram primas.

A pequena do amanhecer deu uma grande surpresa aos pesquisadores: seu patrimônio genético não corresponde às duas ramas conhecidas dos primeiros ameríndios (chamados do norte e do sul).

Os cientistas descobriram que pertencia a um grupo até então desconhecido, que batizaram de Beringianos Antigos.

Não sabíamos que essa população existia, destaca Ben Potter, professor de Antropologia na Universidade do Alasca em Fairbanks.

Outras análises permitiram fornecer a primeira prova genética direto de que os ancestrais dos ameríndios procedem todos de uma mesma população chegada em um único movimento migratório durante a Era Glacial, segundo o estudo.

Esta onda migratória pode ter acontecido há mais de 20 mil anos, destaca a Universidade de Cambridge em um comunicado.

 

Últimas Notícias

Veja como é a vida do rei Marcio em seu castelo de areia no Rio
Três anúncios para um crime é favorito no SAG, termômetro do Oscar
Shakira é acusada de sonegação fiscal
Exploradores descobrem a maior caverna inundada do mundo no Caribe mexicano
Veja a trajetória de Lula em dez datas
Turquia lança operação contra milícia curda na Síria, bombardeios matam dez
Tribunal iraquiano condena alemã à morte por pertencer ao EI
SPD alemão aprova princípio de coalizão com Merkel

MAIS NOTICIAS

 

Tantas pontuações já não significam nada, afirma premiado chef francês
 
 
Leonardo DiCaprio protagonizará filme de Tarantino sobre Charles Manson
 
 
DiCaprio vai estrelar filme de Tarantino sobre assassinatos de Charles Manson
 
 
Palestinos buscam dar uma resposta a Trump sobre Jerusalém
 
 
Países e organizações indignados com Trump por declarações racistas
 
 
Oliver Stone assina petição para que Lula possa disputar eleição

 

 
 
 
 


ÚLTIMAS EDIÇÕES DO JORNAL BRASIL EM FOLHAS

 
 
 




© 2008 - 2017 - BRASIL EM FOLHAS S/A - CENTRAL DE ATENDIMENTO +55 (62) 4018-8212