Assine Brasil em Folhas / Nuvem / Pressreader



Siga, Curta e Compartilhe
#brasilemfolhas - #jonaldodia - #jornaldigital
#jornalbrasil - #newspaperbrazil - #jornalhoje


23 de Sep de 2018 - Jornal em tempo real - Expediente - Publicidade
 

...

...

 
Notícias
 Poeira cósmica escurece estrela misteriosa - Jornal Brasil em Folhas
Poeira cósmica escurece estrela misteriosa


Ela foi catalogada como a estrela mais misteriosa do universo, é maior do que o Sol e tem uma estranha forma de se iluminar e escurecer que, para alguns, sugeria que uma megaestrutura alienígena pudesse estar rondando-a.

Mas um estudo divulgado nesta quarta-feira (3), compilado por mais de 100 cientistas que têm observado a estrela KIC 8462852, desconsidera os boatos sobre os extraterrestres.

A poeira é provavelmente a razão pela qual a luz da estrela parece se atenuar e intensificar, disse a autora principal do estudo, Tabetha Boyajian, professora assistente de Física e Astronomia na Universidade do Estado da Luisiana, a quem o corpo luminoso deve o apelido de a estrela de Tabby.

Os novos dados mostram que diferentes cores da luz estão sendo bloqueados em diferentes intensidades. Por isso, o que quer que seja que passe entre nós e a estrela não é opaco, como se esperaria de um planeta, ou de uma megaestrutura alienígena.

A descoberta inicial da estrela - que se situa a mais de mil anos luz de distância e é aproximadamente 50% maior e mil graus mais quente que o Sol - foi realizada com a ajuda do telescópio Kepler, um poderoso instrumento de busca de planetas da Nasa.

Kepler detecta planetas ao registrar momentos em que a luz de uma estrela se atenua quando um objeto passa na frente dela.

As incomuns variações de brilho da estrela de Tabby, sem um padrão determinado, despertaram o interesse mundial.

Mais de 1.700 pessoas doaram cerca de 100 mil dólares por meio de uma campanha da Kickstarter para estudar o fenômeno mais a fundo.

Os astrônomos do observatório Las Cumbres, localizado na Califórnia, o estudaram de perto de março de 2016 até dezembro de 2017.

Esperávamos que uma vez que captássemos uma atenuação em tempo real, poderíamos ver se as diminuições de brilho tinham a mesma profundidade em todas as longitudes de onda, disse o coautor, Jason Wright, professor assistente do Departamento de Astronomia e Astrofísica da Pensilvânia.

Se fossem quase iguais, isso sugeriria que a causa é algo opaco, como um disco, um planeta, ou uma estrela que está orbitando-a, e até grandes estruturas no Espaço.

Apesar da equipe ter descartado qualquer construção extraterrestre gigante como a causa da diminuição do brilho, aumenta a possibilidade de que outros fenômenos estejam por trás, disse Wright.

Há modelos que envolvem material circunstelar, como os exocometas, que foram a hipótese original da equipe de Boyajian e parecem ser consistentes com os dados que temos, acrescentou.

O relatório foi publicado no The Astrophysical Journal Letters.

 

Últimas Notícias

Deputado Marlúcio promove caminhonetadas em várias regiões de Aparecida
Dia da Árvore: desmatamento vem caindo, mas ainda há desafios
Brincar com os quatro elementos da natureza ajuda a criança a se desenvolver melhor
Meninas que praticam esportes, cuidado com a alimentação!
Indústria paulista fecha 2,5 mil postos de trabalho em agosto
Aneel descarta revisão de bandeira tarifária em conta de luz
BNDES: empréstimos para Cuba e Venezuela não deveriam ter sido feitos
Brasil amplia investimento em educação infantil, diz OCDE

MAIS NOTICIAS

 

Toffoli toma posse hoje na presidência do STF
 
 
Chanceler do Paraguai visita Brasil para negociar construção de pontes
 
 
Indústria recua em oito dos 15 locais pesquisados pelo IBGE em julho
 
 
Brasil amplia investimento em educação infantil, diz OCDE
 
 
México investiga caso de deputadas forçadas a renunciar
 
 
A série de ataques de 11 de Setembro completa 17 anos

 

 
 
 
 


ÚLTIMAS EDIÇÕES DO JORNAL BRASIL EM FOLHAS

 
 




© 2008 - 2017 - BRASIL EM FOLHAS S/A - CENTRAL DE ATENDIMENTO +55 (62) 3040-8212