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 Cuba e UE confirmam acordo político apesar de Trump - Jornal Brasil em Folhas
Cuba e UE confirmam acordo político apesar de Trump


A chefe da diplomacia europeia, Federica Mogherini, inicia nesta quarta-feira (3) uma visita de dois dias a Cuba para confirmar o acordo entre o bloco europeu e a ilha, um gesto que contraria a política de Donald Trump.

A Alta Representante para a Política Externa da União Europeia (UE) pretende reconfirmar a forte relação entre a UE e Cuba, segundo um comunicado do Serviço Europeu de Ação Externa (SEAE).

Esta terceira visita visa a uma implementação conjunta ambiciosa e rápida do Acordo de Diálogo Político e Cooperação assinado em 2016, acrescenta o texto.

Mogherini tem previsto nesta quarta um encontro com o ministro de Investimentos Estrangeiros e Comércio Exterior, Rodrigo Malmierca, e participará da conferência A UE e a América Latina.

Na quinta, se reunirá com o presidente do Parlamento, Esteban Lazo, e o chanceler Bruno Rodríguez.

- O acordo -

Assinado em 12 de dezembro de 2016, o Acordo de Diálogo Político e Cooperação entrou em vigor em 1º de novembro de 2017, em caráter provisório, até que o processo de ratificação seja completado por todas as partes.

O acordo deve contribuir para a consolidação das relações estáveis, respeitosas, mutuamente benéficas e de longo prazo, declarou o ministério das Relações Exteriores cubano naquela data.

Cuba era o único país na América Latina que não tinha um acordo deste tipo com a UE e cuja aplicação revogou a Posição Comum de 1996, que Havana considerava discriminatória, pois regulava a cooperação em função dos avanços em questões de direitos humanos na ilha.

O texto divide-se em três capítulos: diálogo político (direitos humanos, desarmamento, migração, drogas, luta contra o terrorismo, etc.); Cooperação e diálogo setorial (governança, sociedade civil, desenvolvimento social, meio ambiente) e trocas comerciais.

Por parte da UE e do governo cubano, há um interesse na implementação do acordo, que supera a mudança presidencial anunciada em Cuba para abril, apontou à AFP o acadêmico Eduardo Perera, da Universidade de Havana.

Raúl Castro deixará a presidência de Cuba no dia 19 de abril e um novo presidente deverá sucedê-lo.

Não acredito que a mudança geracional no governo planejada para os próximos meses deve ter implicações para esse processo, disse Perera.

Para o acadêmico, os maiores riscos são que o acordo seja visto como um fim e não como um meio ou que não evolua no curto prazo.

- A contramão de Trump -

As negociações do acordo levaram quase dois anos, e foram iniciadas antes que Barack Obama e Raúl Castro anunciassem o início do descongelamento entre os Estados Unidos e Cuba, em 17 de dezembro de 2014.

Este processo, que levou ao restabelecimento das relações bilaterais em julho de 2015, favoreceu a aproximação da UE a Cuba.

Mas a chegada de Donald Trump à Casa Branca e sua mudança de política em relação à ilha, reforçando o embargo e endurecendo a linguagem política, colocam a UE contra as intenções de Washington.

Num contexto de retrocesso imposto pela administração Trump, (a visita) adquire uma conotação duplamente positiva, que evidencia por parte da UE a consistência de sua mudança política e o interesse de resultados, afirmou Perera.

No entanto, a UE e Cuba são atores díspares em muitos sentidos e não se descarta desacordos em questões como a Venezuela, o principal aliado político e econômico da ilha.

A situação na Venezuela polariza significativamente a opinião pública e tem sido um tema de interesse muito visível para Cuba e a UE em 2017 e gera posições, conclui Perera.

 

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