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17 de Nov de 2018 - Jornal em tempo real - Expediente - Publicidade

 

 
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 Exército israelense persegue autores de ataque que matou colono - Jornal Brasil em Folhas
Exército israelense persegue autores de ataque que matou colono


O exército israelense mobilizou nesta quarta-feira (10) muitos agentes em torno de Nablus, na Cisjordânia ocupada, para encontrar os autores de um ataque em que matou um colono, enterrado nesta quarta-feira em meio a pedidos de vingança contra os palestinos.

Os militares instalaram postos para controlar as entradas e saídas de Nablus - grande cidade do norte da Cisjordânia, território ocupado por Israel há meio século - e verificaram meticulosamente a identidade em cada veículo, criando longas filas.

O exército também mobilizou reforços para participar nas buscas pelos responsáveis do ataque de terça-feira, embora nenhuma prisão tenha sido anunciada até agora.

O rabino Raziel Sheva, de 35 anos, foi morto a tiros na terça-feira quando dirigia seu carro perto do bairro de Havat Gilad, onde morava.

Um veículo interceptou o colono e seus ocupantes abriram fogo. As autoridades contaram 22 marcas de tiro.

As Brigadas Ezedin al-Qasam, o braço armado do Hamas, expressaram sua satisfação com o ataque. O Hamas, grande inimigo de Israel, controla a Faixa de Gaza.

Autoridades israelenses denunciam o ato cometido por palestinos num contexto de crescente tensão.

As Brigadas Ezzedin Al Qasam, braço armado do movimento palestino Hamas, comemoraram o ataque. O Hamas controla a Faixa de Gaza, separada da Cisjordânia pelo território israelense.

Conforme os desejos da família, centenas de pessoas enterraram, nesta quarta-feira, Raziel Shevah em Havat Gilad, uma colônia selvagem, ou seja, ilegal para o direito internacional e também para o israelense.

Vingança! Vingança!, urgiam no funeral muitos jovens, interrompendo o discurso do ministro de Educação, Naftali Bennett, grande defensor da colonização nos territórios palestinos ocupados.

A melhor vingança é construir, disse Bennett, pedindo que o primeiro-ministro Benjamin Netanyahu legalize Havat Gilad.

Cerca de 400.000 colonos israelenses vivem na Cisjordânia e convivem em disputa com os 2,6 milhões de palestinos dali.

 

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