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17 de Fev de 2019 - Jornal em tempo real - Expediente - Publicidade

 

 
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 Após tiroteios, circulação de trens volta ao normal no ramal Belford Roxo - Jornal Brasil em Folhas
Após tiroteios, circulação de trens volta ao normal no ramal Belford Roxo


A circulação dos trens no ramal Belford Roxo, que liga o Centro do Rio à Baixada Fluminense, foi normalizada. De acordo com a SuperVia, concessionária responsável pelo sistema de trens no Rio de Janeiro, o serviço foi retomado às 18h40.

A interrupção ocorreu às 16h20, por causa de um tiroteio entre policiais e traficantes, na região do Complexo de Favelas do Jacarezinho, após o corpo do delegado Fábio Monteiro ter sido encontrado dentro do porta-malas de um Chevrolet Cobalt preto com marcas de tiros, na Avenida Dom Helder Câmara, próximo à Favela do Arará, também na comunidade na zona norte do Rio.

Conforme a Supervia, as partidas da Central do Brasil, no Centro, estavam suspensas, com os trens circulando apenas entre as estações Del Castilho, que fica após o Jacarezinho, e Belford Roxo. Os passageiros foram informados sobre a circulação por meio do sistema de áudio dos trens e das estações. Embora tenha lamentado os transtornos, a SuperVia destacou que o objetivo da medida era garantir a integridade dos usuários do sistema ferroviário.

Tiroteios

Policiais da Delegacia de Homicídios da Capital (DH-Capital) e da Coordenadoria de Recursos Especiais (Core) foram para a comunidade após a morte do delegado para tentar localizar os autores do crime. Durante a tarde, após o tiroteio, várias pessoas foram levadas para a Cidade da Polícia, instalada também no Jacarezinho, para serem interrogadas pelos agentes da Polícia Civil.

Em agosto do ano passado, a morte do policial Bruno Guimarães Buhler, de 36 anos no dia 11, gerou uma série de conflitos no Jacarezinho entre policiais e traficantes do local. A partir daquela data a Polícia Civil começou a fazer operações diárias na busca dos criminosos envolvidos na morte do agente.

Os conflitos, que se refletiram também na comunidade vizinha de Manguinhos, fizeram vítimas entre os moradores. Além disso, muitos deles tiveram que fazer estoques de alimentos porque não tinham condições de ir aos mercados. Alunos também ficaram sem aulas.

Edição: Denise Griesinger

 

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