Pressreader / UOL Banca / Nuvem



Siga, Curta e Compartilhe
#brasilemfolhas - #jonaldodia - #jornaldigital
#jornalbrasil - #newspaperbrazil - #jornalhoje


17 de Fev de 2019 - Jornal em tempo real - Expediente - Publicidade

 

 
Notícias
 Após 43 anos, base cartográfica da região metropolitana do Rio é atualizada - Jornal Brasil em Folhas
Após 43 anos, base cartográfica da região metropolitana do Rio é atualizada


Após 43 anos, a base cartográfica dos 21 municípios da região metropolitana do Rio de Janeiro foi atualizada. O último levantamento datava de 1975.

A base cartográfica traz dados como relevo, hidrografia e quadras ocupadas nas áreas urbanizadas, além de representações fotográficas de uma região da superfície terrestre, na qual todos os elementos apresentam a mesma escala, livre de erros e deformações, chamadas ortofotos.

A base atualizada mostra, por exemplo, novas obras, como o Arco Metropolitano, autoestrada que liga os municípios de Duque de Caxias, na Baixada Fluminense, a Itaguaí. A via foi construída recentemente por meio de parceria entre os governos federal e estadual e a iniciativa privada.

O estudo, desenvolvido pela Fundação Ceperj - órgão de estatística e pesquisa do estado do Rio de Janeiro, faz parte do Programa de Fortalecimento da Gestão Pública e Desenvolvimento Territorial Integrado – Rio Metrópole, financiado pelo Banco Mundial. Além da base cartográfica, estão previstos o desenvolvimento do plano diretor metropolitano e do sistema de informações da região.
A cartografia foi o primeiro trabalho desenvolvido em escala grande, de 1 por 2 mil, usando as técnicas avançadas de aerolevantamento, e os arquivos setoriais para serem usados em softwares de sistema CAD.

Os dados cartográficos ajudam a entender a migração da população, de que forma as áreas estão sendo ocupadas e também poderão ser usados na elaboração de políticas públicas para a região metropolitana, que concentra 70% da população do estado e é responsável por até 75% do Produto Interno Bruto (PIB), a soma de todas os bens e serviços do estado.

“São 40 anos. É muita coisa para um espaço extremamente dinâmico”, disse o coordenador de Geociências da Fundação Ceperj, Marcos Antonio Santos.

“Você tem, obrigatoriamente, que ter um olhar diferenciado para essa região e estar sempre atento à dinâmica que ocorre internamente dentro desse espaço”, afirmou Santos, e evitar “uma drenagem de populações de outras regiões do estado menos dotadas de serviços, como já ocorreu no passado, para a região metropolitana”.

Uma segunda fase do trabalho prevê a conversão dos arquivos para possibilitar análises espaciais.

No momento, a fundação está captando recursos para a modernização de sua plataforma, visando a disseminar pela internet os dados da base cartográfica.

Edição: Carolina Pimentel

 

Últimas Notícias

Governadores pedem ao STF julgamento de processos sobre repasses
Ministro quer atrair investimentos privados para Jardim Botânico do RJ
Fies vai oferecer 100 mil vagas a juro zero para alunos de baixa renda
TJ libera R$ 13 milhões para Vale ressarcir gastos do governo mineiro
Vale pede mais tempo para analisar Termo de Ajuste Preliminar
Deputados do Rio presos podem ter posses suspensas
Vale suspende operação em barragem em Brucutu e de mina em Brumadinho
TRE-RJ mantém ex-deputado Paulo Melo inelegível até 2024

MAIS NOTICIAS

 

Sul do Chile enfrenta 45 focos de incêndios florestais
 
 
Governo de Minas oferece suporte psicossocial às vítimas de Brumadinho
 
 
Força Nacional de Segurança começa a deixar o Ceará
 
 
Licitação de ônibus em São Paulo tem contratos de R$ 71 bi em 20 anos
 
 
Força Nacional vai atuar em Belém na primeira quinzena de março
 
 
Fiocruz alerta para agravamento de doenças na população após tragédia

 

 
 
 
 


ÚLTIMAS EDIÇÕES DO JORNAL BRASIL EM FOLHAS

 
 




© 2008 - 2017 - BRASIL EM FOLHAS S/A - CENTRAL DE ATENDIMENTO +55 (62) 3040-8212