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25 de Sep de 2018 - Jornal em tempo real - Expediente - Publicidade
 

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 Conselho Eleitoral do Equador nega registro de partido de Correa - Jornal Brasil em Folhas
Conselho Eleitoral do Equador nega registro de partido de Correa


O Conselho Nacional Eleitoral (CNE) do Equador informou nesta quarta-feira (17) que negou o registro do novo partido do ex-presidente Rafael Correa, que, em meio a uma crise governista, se desfiliou do movimento que ele próprio fundou e com o qual governou por uma década.

A autoridade eleitoral alegou descumprimentos legais e regulamentares para bloquear o trâmite de inscrição do Partido Revolução Cidadã, o mesmo nome com que Correa batizou seu projeto nacionalista de esquerda, que aplicou ao governar entre janeiro de 2007 e maio de 2017.

Ontem, o CNE também nega usar o nome Revolução Cidadã, argumentando que é o slogan de outro movimento político. É uma atrocidade jurídica mais, visto que não está registrado nem como nome, nem como slogan. Até quando?!, reagiu Correa no Twitter nesta quarta.

O máximo Tribunal Contencioso Eleitoral (TCE) reconheceu na segunda-feira a diretriz da Aliança País (AP), ligada ao presidente Lenín Moreno, que mantém uma queda de braço com Correa, provocando um racha na situação.

Poderão ficar com o nome, com as sedes, com o cacife do AP, mas as convicções, o povo, a Revolução e o futuro estão conosco, escreveu Correa também no Twitter.

Nas eleições de 2017, a AP conseguiu a maioria na Assembleia Nacional, com 74 dos 137 assentos, mas com o racha no governo, boa parte do bloco declarou apoio a Moreno.

A parlamentar correísta Gabriela Rivadeneira manifestou nesta quarta que a negativa do CNE em aprovar o registro do Partido da Revolução Cidadã é uma artimanha para atrasar o processo (político de Correa).

Continuaremos focados na campanha pelo Não, prosseguiu Rivadeneira, em alusão ao referendo de 4 de fevereiro, convocado por Moreno para suprimir a reeleição por tempo indeterminado, o que inabilitará o ex-presidente tentar voltar ao poder.

Correa e Moreno foram aliados até o último mês de maio, quando o novo governo tomou posse e o atual presidente começou a se distanciar de seu agora ex-companheiro de partido.

 

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