Pressreader / UOL Banca / Nuvem



Siga, Curta e Compartilhe
#brasilemfolhas - #jonaldodia - #jornaldigital
#jornalbrasil - #newspaperbrazil - #jornalhoje


18 de Fev de 2019 - Jornal em tempo real - Expediente - Publicidade

 

 
Notícias
 Tesouro capta US$ 1,5 bilhão no exterior com juros mais baixos em quatro anos - Jornal Brasil em Folhas
Tesouro capta US$ 1,5 bilhão no exterior com juros mais baixos em quatro anos


O Tesouro Nacional captou US$ 1,5 bilhão de investidores norte-americanos e europeus com taxa de juros de 5,6% ao ano. O dinheiro veio da emissão de títulos da dívida externa com vencimento em fevereiro de 2047, feita hoje (18). A taxa da operação foi a menor para esse tipo de papel em quatro anos.

Por meio do lançamento de títulos da dívida externa, o governo pega dinheiro emprestado dos investidores internacionais com o compromisso de devolver os recursos com juros. Isso significa que o Brasil devolverá o dinheiro daqui a 29 anos com a correção dos juros acordada, de 5,6% ao ano.

Taxas mais altas de juros indicam maior grau de desconfiança dos investidores de que o Brasil não conseguirá pagar a dívida. Com os sucessivos rebaixamentos sofridos pelo país, que perdeu o grau de investimento (selo de bom pagador), os estrangeiros passaram a cobrar juros mais elevados para comprar os papéis brasileiros.

A última vez em que o Tesouro tinha lançado papéis externos de 30 anos tinha sido em julho de 2016. Na ocasião, o governo brasileiro captou US$ 1,5 bilhão com papéis com vencimento em 2047, pagando juros de 5,875% ao ano.

A taxa obtida na emissão de hoje é a menor para títulos em dólares de 30 anos desde julho de 2014, quando o Tesouro tinha conseguido captar US$ 3,55 bilhões pagando 5,131% ao ano de juros.

A taxa do título brasileiro foi 271 pontos-base maior que a dos títulos do Tesouro americano, de 30 anos. Isso significa que o Tesouro pagará 2,71 pontos percentuais de juros acima dos papéis dos Estados Unidos. Na emissão de dois anos atrás, a diferença estava maior, 357,2 pontos.

Os títulos norte-americanos são considerados os papéis mais seguros do mundo. Quanto maior o spread (diferença entre as taxas brasileiras e norte-americanas), maior a desconfiança dos investidores internacionais. Segundo o Tesouro, a demanda superou a oferta, mas o órgão não informou o número.

Os recursos captados no exterior serão incorporados às reservas internacionais do país em 23 de janeiro. De acordo com o Tesouro Nacional, as emissões de títulos no exterior não têm como objetivo principal reforçar as divisas do país, mas fornecer um referencial para empresas brasileiras que pretendem captar recursos no mercado financeiro internacional.

Edição: Fernando Fraga

 

Últimas Notícias

Brasil perdeu 7,2 milhões de linhas de celular no ano passado
Petrobras reduz em 3% GLP empresarial nas refinarias
Ministro do STJ nega pedido de prisão domiciliar a João de Deus
Escassez de chuvas leva governo a acionar termelétricas mais caras
Picciani, Paulo Melo e Albertassi serão julgados por Bretas
Suspensa permissão para deputada receber denúncias contra professores
MPT não descarta pedir bloqueio dos bens do Flamengo
Número de mortos identificados em Brumadinho chega a 151

MAIS NOTICIAS

 

Sul do Chile enfrenta 45 focos de incêndios florestais
 
 
Governo de Minas oferece suporte psicossocial às vítimas de Brumadinho
 
 
Força Nacional de Segurança começa a deixar o Ceará
 
 
Licitação de ônibus em São Paulo tem contratos de R$ 71 bi em 20 anos
 
 
Força Nacional vai atuar em Belém na primeira quinzena de março
 
 
Fiocruz alerta para agravamento de doenças na população após tragédia

 

 
 
 
 


ÚLTIMAS EDIÇÕES DO JORNAL BRASIL EM FOLHAS

 
 




© 2008 - 2017 - BRASIL EM FOLHAS S/A - CENTRAL DE ATENDIMENTO +55 (62) 3040-8212