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17 de Nov de 2018 - Jornal em tempo real - Expediente - Publicidade

 

 
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 Delegação norte-coreana visita Seul pela 1ª vez em quatro anos para Jogos - Jornal Brasil em Folhas
Delegação norte-coreana visita Seul pela 1ª vez em quatro anos para Jogos


Uma delegação norte-coreana chegou neste domingo (21) a Seul para inspecionar os locais e preparar as manifestações culturais previstas para os Jogos Olímpicos de Inverno, marcando a primeira visita de autoridades de Pyongyang ao Sul em quatro anos.

As emissoras sul-coreanas divulgaram imagens de um grupo de sete pessoas cruzando a fronteira entre os dois países em um ônibus interurbano, antes de chegar à estação de trem de Seul uma hora depois.

Escoltada por centenas de agentes da polícia sul-coreana, a delegação subiu em um trem com destino a Gangneung, no leste do país, um dos locais onde acontecem os Jogos Olímpicos (9-25 de fevereiro), perto de Pyeongchang.

O grupo era comandado por Hyon Song-Wol, líder do Moranbong, uma banda pop integrada inteiramente por mulheres, muito popular na Coreia do Norte.

Hyon, que dizem ter sido namorada do líder norte-coreano, Kim Jong-un, usava um sobretudo preto e um cachecol quando embarcou no trem, sem se dirigir aos jornalistas presentes na estação.

Trata-se da primeira visita ao Sul de responsáveis norte-coreanos desde que Moon Jae-in chegou à Presidência do país, em maio de 2017, defendendo uma retomada do diálogo com o Norte.

A visita é feita duas semanas depois que a Coreia do Norte aceitou participar dos Jogos Olímpicos de Inverno.

Seul e os organizadores esperam fazer desse evento os Jogos da paz e que ele sirva para diminuir as tensões na península. Os últimos meses foram marcados por uma escalada decorrente dos disparos de mísseis e dos testes nucleares por parte de Pyongyang.

Tecnicamente, os dois países continuam em guerra, pois o conflito de 1950-1953 terminou com um armistício, e não com um tratado de paz.

Milhares de pessoas assinaram petições no site da Presidência, pedindo a Moon que descarte os planos.

Seu gabinete anunciou neste domingo estar ciente das críticas, mas defendeu a decisão, já que está dirigida a alcançar a paz e criar entusiasmo por um evento que, por enquanto, não conseguiu atrair muita atenção.

Há um ou dois meses, a península da Coreia enfrentava temores sem precedentes de que explodisse uma guerra depois dos testes nucleares e de mísseis do Norte, indicou seu gabinete, assinalando que muitas nações perguntaram se seria seguro enviar atletas.

Mas a participação do Norte nos deu confiança de que poderíamos ao menos celebrar este evento em paz, acrescentou o comunicado, descrevendo os esforços para assegurar a participação do Norte como um investimento em um futuro de paz.

 

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