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13 de Dez de 2018 - Jornal em tempo real - Expediente - Publicidade

 

 
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 Parlamento da Venezuela exige indenizar famílias de Óscar Pérez e companheiros - Jornal Brasil em Folhas
Parlamento da Venezuela exige indenizar famílias de Óscar Pérez e companheiros


O Parlamento da Venezuela, de maioria opositora, exigiu nesta segunda-feira (22) indenizar as famílias do ex-policial rebelado Óscar Pérez e seis companheiros, mortos em uma operação de captura que qualificou de massacre.

O Estado tem a obrigação de indenizar as vítimas de violações dos direitos humanos, disse a deputada opositora Delsa Solórzano, que preside uma comissão parlamentar para investigar a operação policial e militar de segunda-feira passada.

Os filhos dos massacrados têm que ser devidamente indenizados, assim como os parentes, as viúvas, os pais. Estamos requerendo aos organismos correspondentes que garantam estas medidas, acrescentou Solórzano.

O Legislativo é desconhecido pelo governo de Nicolás Maduro depois que o Tribunal Supremo de Justiça (TSJ) declarou nulas todas as suas decisões por desacato em 2016. A governista Assembleia Constituinte, que desde agosto rege no país como um suprapoder, aprova as leis.

Pérez, acusado de terrorismo e declarado o criminoso mais procurado no país, se alçou contra Maduro em meio a protestos opositores que deixaram 125 mortos entre abril e julho de 2017.

Em 27 de junho, ele atacou, de um helicóptero da Polícia Forense, o TSJ e o Ministério do Interior com granadas e armas de fogo, sem deixar vítimas. Em 18 de dezembro amordaçou militares de um quartel junto com seus aliados e roubou armas e munições.

Solórzano denunciou que Pérez e cinco de seus aliados abatidos morreram por disparos na cabeça. A única mulher do grupo, afirmou, faleceu por um tiro na cervical.

Há um padrão. Há jurisprudência suficiente (...) que assinala que quando há este tipo de padrão há justiçamento, sustentou a deputada.

O Parlamento chamou para depor pelo caso o ministro da Defesa, Vladimir Padrino, e o comandante da militar Guarda Nacional, Richard López Vargas. Citações prévias de funcionários de alto escalão, incluindo Maduro, foram ignoradas.

Uma pequena concentração em rechaço à morte de Pérez se desenrolava nesta segunda-feira em Caracas, no entorno da Universidade Central da Venezuela (UCV), a principal do país.

 

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