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23 de Jan de 2019 - Jornal em tempo real - Expediente - Publicidade

 

 
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 Venezuela diz que sanções da UE representam golpe ao diálogo - Jornal Brasil em Folhas
Venezuela diz que sanções da UE representam golpe ao diálogo


O governo de Nicolás Maduro condenou as sanções adotadas pela União Europeia contra sete funcionários de alto escalão venezuelanos, indicando que elas representam um golpe ao diálogo com a oposição.

A elite que governa a União Europeia obedeceu os desígnios da administração do (presidente dos Estados Unidos) Donald Trump de agredir a pátria e atacar a mesa de diálogo. É um golpe ao diálogo, disse o ministro de Comunicação, Jorge Rodríguez, em uma mensagem de televisão.

Rodríguez, chefe da delegação do governo nas negociações, garantiu que a oposição não assinou um acordo porque sabia das sanções contra os funcionários.

Vão preparar as sanções, porque vem mais democracia (...) com as eleições que vamos realizar neste ano de 2018, acrescentou, referindo-se às presidenciais deste ano, cujas garantias são o foco das negociações.

Anteriormente, o Ministério das Relações Exteriores disse em uma declaração que as sanções demonstraram a subordinação notável da União Europeia ao governo supremacista e racista de Donald Trump.

Essa conduta obsessiva em relação à Venezuela leva a União Europeia a violar seus próprios princípios fundadores, tornando-se um instrumento ao serviço das pretensões imperialistas do governo dos Estados Unidos, acrescenta o texto.

A UE sancionou o ministro de Interior, Néstor Reverol, o número dois do Partido Socialista Unido da Venezuela (PSUV, situação), Diosado Cabello e a presidente do Conselho Nacional Eleitoral (CNE), Tibisay Lucena.

Também estão na lista o presidente da Corte Suprema, Maikel Moreno; o procurador geral, Tarek William Saab; o diretor do Serviço de Inteligência, Gustavo González, e o ex-comandante da Guarda Nacional Bolivariana Antonio Benavides.

Tratam-se das primeiras sanções individuais adotadas pelo bloco, que já aprovou em novembro um embargo a armas e material suscetível a ser usado para a repressão interna, incluem presidentes de altas instituições e chefes do aparato de segurança.

 

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