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14 de Dez de 2018 - Jornal em tempo real - Expediente - Publicidade

 

 
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 Confiança do consumidor paulistano tem alta de 6,9% em janeiro, diz FecomercioSP - Jornal Brasil em Folhas
Confiança do consumidor paulistano tem alta de 6,9% em janeiro, diz FecomercioSP


O Índice de Confiança do Consumidor (ICC) do município de São Paulo atingiu 117 pontos em janeiro, que representa alta de 6,9% em relação a dezembro, quando o indicador marcou 109,5 pontos. Trata-se da maior pontuação desde setembro de 2014, segundo a Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (FecomercioSP), que elabora o índice mensalmente.

A escala de pontuação do ICC varia de zero, que equivale a pessimismo total, a 200 pontos, que representa otimismo total.

De acordo com a entidade, a quarta alta consecutiva foi motivada pela melhora da percepção do consumidor em relação às condições econômicas atuais e expectativas futuras. “O resultado ainda é reflexo do recebimento dos recursos adicionais do décimo terceiro salário, que melhora a avaliação dos consumidores em relação ao momento atual e às expectativas sobre os meses seguintes”, disse em nota.

Os dois componentes que formam o ICC tiveram alta em janeiro. O Índice das Condições Econômicas Atuais (Icea) passou de 82,8 pontos em dezembro para 90 pontos em janeiro, uma elevação de 8,6%. Em relação a janeiro de 2017, a alta é mais expressiva, com crescimento de 32%.

A maior alta neste grupo foi entre as mulheres. A percepção das condições econômicas atuais entre as consumidoras cresceu 11%, passando de 75,6 em dezembro para 83,9 pontos em janeiro. Entre os que tem renda familiar superior a dez salários mínimos, o indicador subiu de 90,7 pontos para 103,8. Trata-se do único segmento acima de 100 pontos, o que indica, segundo a metodologia, otimismo.

Já o Índice das Expectativas do Consumidor (IEC) avançou 6,1% na comparação mensal, passando de 127,2 pontos em dezembro para 134,9 pontos em janeiro. Na relação anual, o componente teve elevação de 8%.

Neste grupo, destacam-se o avanço nas percepções de futuro dos consumidores com renda maior que dez salários mínimos (de 141,2 pontos em dezembro para 154,2 pontos em janeiro) e os homens (de 128,6 pontos para 137,4 pontos).

Edição: Denise Griesinger

 

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