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17 de Jan de 2019 - Jornal em tempo real - Expediente - Publicidade

 

 
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 Vítimas dos atentados de Bruxelas se dizem abandonadas pela Bélgica - Jornal Brasil em Folhas
Vítimas dos atentados de Bruxelas se dizem abandonadas pela Bélgica


Feridos durante os atentados de Bruxelas de março de 2016 e familiares de vítimas fatais denunciaram nesta quarta-feira a complexidade dos procedimentos administrativos orientados a conseguir uma indenização, assegurando sentir-se abandonados pelas autoridades belgas.

Temos muros ao nosso redor, pessoas que não entendem nada. Onde está a ajuda? Em parte alguma, nem no nível dos seguros e certamente tampouco no nível do governo! Estamos fartos, disse Myriam Gueuning, ferida durante a dupla explosão no aeroporto de Bruxelas-Zaventem.

A mulher, que aparente ter cerca de sessenta anos, falou com outras vítimas dos atentados de 22 de março, durante uma entrevista coletiva organizada em Bruxelas pela associação V-Europe, que assegura representar quase 200 pessoas.

Nessa manhã de 2016, três atacantes de uma célula extremista franco-belga se explodiram no aeroporto e no metrô de Bruxelas, causando um total de 32 mortos e centenas de feridos. A organização extremista Estado Islâmico (EI) reivindicou o ataque.

Em um momento em que o segundo aniversário dos atentados se aproxima, a V-Europe lamenta especialmente a demora do Estado belga para implementar uma plataforma única para tratar os relatórios administrativos.

Esta ferramenta, na sua opinião, pouparia as vítimas de dirigirem-se a múltiplos interlocutores, como recomendou no ano passado a comissão de investigação parlamentar sobre os atentados de 22 de março.

Na Bélgica, a ausência de um fundo de garantia nacional para as vítimas do terrorismo -como existe na França- obriga essas pessoas a dirigirem-se individualmente à sua companhia de seguros para obter uma indenização além da ajuda de urgência a que tem direito.

As companhias de seguro fazem todo o possível para nos desanimar, afirmou uma participante.

Outro dos problemas denunciados é a discriminação entre os residentes belgas e as vítimas estrangeiras, e mesmo dentro da própria Bélgica, entre as comunidades flamenca e da Valônia.

O governo federal belga se comprometeu nesta quarta-feira a reduzir ao mínimo as perícias médicas necessárias para as indenizações e a acelerar os pagamentos da comissão encarregada da ajuda financeira de urgência.

O executivo também trabalha na implementação de decretos para a entrada em vigor do estatuto nacional da vítima, afirmaram em um comunicado conjunto os ministros da Justiça, Saúde e Defesa.

 

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