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13 de Nov de 2018 - Jornal em tempo real - Expediente - Publicidade

 

 
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 Após dia de confronto, Rocinha registra tiroteio sem vítimas nesta sexta-feira - Jornal Brasil em Folhas
Após dia de confronto, Rocinha registra tiroteio sem vítimas nesta sexta-feira


Depois de uma quinta-feira (25) de intenso tiroteio, a comunidade da Rocinha, na zona sul do Rio de Janeiro, registrou hoje (26) nova troca de tiros, na parte da manhã, quando equipes do Batalhão de Operações Especiais (Bope) chegaram para mais um dia de patrulhamento na favela, mas sem vítimas.

O confronto ocorreu na Rua 2, mas não houve presos, feridos ou apreensões. À tarde, com a ajuda de um cão farejador do Batalhão de Ações com Cães, a polícia apreendeu 380 tabletes pequenos de maconha, 500 tiras de maconha e 110 trouxinhas da mesma droga. A ocorrência foi registrada na 11ª Delegacia Policial, na Rocinha.

Na ação de ontem, o soldado Thiago Chaves da Silva, do Batalhão de Choque, morreu após ser atingido por um tiro de fuzil na barriga, abaixo do colete à prova de balas. O militar chegou a ser levado para o Hospital Municipal Miguel Couto, na Gávea, mas não resistiu e morreu hoje de madrugada. Outro policial do Batalhão de Choque levou um tiro de raspão na perna e três agentes do Batalhão de Operações Especiais (Bope) foram feridos por estilhaços, mas sem gravidade.

Durante o confronto, três criminosos ficaram feridos, e um morador foi atingido por uma bala perdida. Outro criminoso foi preso e sete fuzis e quatro pistolas foram apreendidas, além de uma granada de uso exclusivo das Forças Armadas.

O soldado Thiago Chaves foi enterrado hoje à tarde, com honras militares, no Mausoléu do Policial, no Cemitério Parque Jardim da Saudade, na Sulacap. Um cortejo formado por dezenas de viaturas do Batalhão de Choque saiu em carreata da sede do batalhão, na Avenida Salvador de Sá, no bairro do Estácio, até o cemitério, no outro extremo da cidade, pela Avenida Brasil.

A comunidade da Rocinha vive sob tensão desde setembro do ano passado, quando grupos rivais liderados por Antonio Bonfim Lopes, o Nem da Rocinha, e Rogério Avelino da Silva, o Rogério 157, iniciaram uma guerra pelo domínio dos pontos de venda de drogas na região.

Edição: Luana Lourenço

 

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