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22 de Sep de 2018 - Jornal em tempo real - Expediente - Publicidade
 

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 Polícia Civil de Catalão conclui inquérito da Operação Ponto Final - Jornal Brasil em Folhas
Polícia Civil de Catalão conclui inquérito da Operação Ponto Final


Depois de oito meses de diligências, a Polícia Civil de Catalão concluiu o inquérito da Operação Ponto Final, que investigou a venda ilegal de lotes pertencentes à prefeitura do município. Quatro pessoas – Matheus Ribeiro Esteves Silva, Henrique Antero da Silveira, Paulo Henrique Gregório da Silva e Bruno Borges Dantas – foram indiciadas pelos crimes de estelionato, falsificação de documento público e organização criminosa.

De acordo com as investigações, um grupo de pessoas, a maioria ex-funcionários da Prefeitura Municipal e da Câmara Municipal, passou a oferecer, pela cidade, terrenos de propriedade da Prefeitura Municipal de Catalão, sob a falsa alegação de que seriam lotes remanescentes de leilões. Passando-se por servidores públicos, negociavam a venda dos lotes por preços abaixo de mercado e embolsavam o dinheiro.

Os investigados falsificavam um documento intitulado Contrato de Concessão de Direito Real de Uso e o entregavam ao particular “adquirente”. O esquema contava ainda com um grupo que tinha acesso ao sistema da prefeitura de catálogo dos lotes e realizava a transferência, no sistema, do titular do imóvel. No período de investigação, mais de uma dezena de lotes teriam sido ilegalmente vendidos pelo grupo criminoso.

Ao todo, mais de 60 pessoas foram ouvidas durante o trabalho da Polícia Civil, entre particulares, funcionários públicos e investigados. As diligências incluíram oitivas de pessoas; análise de dados telefônicos, fiscais e bancários dos suspeitos; vistorias in loco efetivadas pela Prefeitura Municipal.

Segundo o delegado regional Jean Carlos Arruda, a conclusão do inquérito policial, mais do que impedir elevado prejuízo econômico aos cofres públicos, serve para alertar e esclarecer a população acerca dos crimes cometidos por quem falsamente vende terrenos públicos, e também por quem adquire. “Quem aquiesce em receber um documento falsificado e em comprar um terreno por preço muito abaixo de mercado tem plena convicção de que o negócio não é legal”, considerou.

 

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