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21 de Nov de 2018 - Jornal em tempo real - Expediente - Publicidade

 

 
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 Consumidor prefere comprar em loja que tem estacionamento - Jornal Brasil em Folhas
Consumidor prefere comprar em loja que tem estacionamento


Na hora de ir às compras, nem sempre o menor preço é determinante para escolher o estabelecimento comercial. Segundo pesquisa realizada pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) e pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL), 52% dos brasileiros já deixaram de comprar em determinado estabelecimento por falta de estacionamento próprio. Ainda conforme o estudo, 56% dos entrevistados se sentem mais seguros fazendo compras em shoppings do que em lojas de rua.

Na capital mineira, os consumidores também têm buscado a comodidade dos centros de compra, apesar do preço dos estacionamentos. De acordo com levantamento feito pela Câmara dos Dirigentes Lojistas de Belo Horizonte (CDL-BH), 26% da população da cidade consideram a ausência de estacionamento fator importante na decisão de onde fazer as compras.

Ainda segundo a pesquisa, melhorias no transporte público, como ônibus e metrô, fariam com que 44,7% dos consumidores das classes A e B escolhessem esses meios para fazerem suas compras.

O vice presidente da CDL-BH, Marcelo de Souza e Silva, em entrevista à rádio Super Notícia FM, explicou que o cliente que vai ao shopping tem buscado, além da comodidade do estacionamento, a segurança em poder estacionar em um local privado. “As lojas de rua também precisam oferecer estacionamento e segurança. Hoje, ao estacionar na rua, enfrentamos o problema da iluminação pública, os flanelinhas que extorquem os clientes e a população de rua que afugenta os consumidores”, avalia.

Ainda conforme o vice-presidente, outros fatores em relação à mobilidade urbana, como a demora do transporte público e a falta de vias preferenciais, são desafios não só da capital, mas das grandes cidades mineiras. Segundo ele, o planejamento do crescimento urbano, em conjunto com o poder público, é fundamental para que se melhore essas condições.

A agente de viagens, Karina Ruth, 37, também considera o estacionamento próprio item fundamental na hora de ir às compras. “Ainda mais se eu estiver com minha filha. Se não tem estacionamento, ou não tem vaga na porta, não paro mesmo. Já mudei de restaurante por causa disso”, afirma. Para ela, utilizar ônibus também é uma opção, especialmente quando o destino é o centro da cidade. “Estacionamentos privados do centro são caros e na rua não se acha vaga”, explica.

Segurança. Para 33% dos mineiros entrevistados pela CDL-BH, a segurança é o principal motivo de escolher os shoppings. Já para 22,7%, o conforto é o grande diferencial, enquanto 19,7% disseram considerar a variedade de produtos o fator principal na hora da escolha. Apenas 7,4% consideraram o preço.

A presença de estacionamento leva 3,5% dos entrevistados a optarem por shoppings e 2,4% consideram a localização importante. Apenas 0,9% julgaram o horário de funcionamento como fator principal na hora da escolha.

Ainda segundo a pesquisa, 39,4% dos entrevistados usam o próprio carro para irem às compras, enquanto 31,9% preferem ir de ônibus e 6,4% de metrô. Já 9,6% deles têm escolhido os aplicativos de transportes para irem aos shoppings, enquanto apenas 0,6% vão de táxi. Já 6,7% disseram ir de moto e 5,5% afiram ir à pé aos estabelecimentos comerciais.
Sindicatos vão à Justiça contra ICMS

Na tentativa de diminuir a alta carga tributária imposta aos empresários mineiros, o Sindicato dos Lojistas do Comércio (Sindilojas-BH), o Sindicato do Comércio Varejista de Gêneros Alimentícios (Sincovaga-BH) e o Sindicato do Comércio Varejista de Maquinismos, Ferragens, Tintas e Material de Construção (Sindimaco) entraram em conjunto com uma ação na Justiça questionando a incidência do diferencial de alíquota do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) para as empresas que optaram pelo regime do Simples Nacional.

Para o advogado Rômulo Martins, sócio do Silva Freire Advogados, que ajuizou a ação, a cobrança é inconstitucional, ferindo a não cumulatividade do ICMS e a competitividade das empresas optantes pelo regime, prejudicando os quase 60 mil microempresários representados pelos sindicatos.

 

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