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23 de Jan de 2019 - Jornal em tempo real - Expediente - Publicidade

 

 
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 Atraso não é pior que aprovar uma reforma fraca, diz FMI - Jornal Brasil em Folhas
Atraso não é pior que aprovar uma reforma fraca, diz FMI


O diretor do Departamento do Hemisfério Ocidental do Fundo Monetário Internacional, Alejandro Werner, afirmou nesta quinta-feira (25) que a reforma da Previdência Social é muito importante no Brasil e que um atraso de 4 ou 5 meses não é tão ruim quanto aprovar uma reforma fraca, às pressas, o que poderia dar sinal de fraqueza.

Segundo Werner, o que é relevante é a força, qualidade e timing da reforma da Previdência, pois ela terá efeitos de longo prazo para os brasileiros, destacou em teleconferência.

Na avaliação do diretor do FMI, o Brasil está em processo de recuperação que até surpreendeu de certa forma técnicos do Fundo, o que levou a instituição a elevar as projeções de crescimento do País de 0,7% para 1,1% em 2017 e de 1,5% para 1,9% para este ano.

Em relação a 2019, a previsão aumentou de 2,0% para 2,1%. A queda da inflação e redução dos juros influenciaram nossa decisão de alterar tais previsões, comentou.

Davos

Enquanto no Brasil o governo tem dificuldades de aprovar uma reforma da Previdência com o aumento da idade mínima entre outros pontos de mudança, as discussões no mundo são incentivar jovens a não dependerem mais do sistema público e a criação de fundos autofinanciáveis. O tema foi debatido nesta quinta-feira (25) no painel Vamos viver até os 100, nas poderemos sustentar isso?, durante o Fórum Econômico Mundial, em Davos, e contou com a participação do ministro da Fazenda do Brasil, Henrique Meirelles.

Em outra apresentação, o ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, afirmou que a reforma da Previdência é muito importante para a consolidação fiscal durante os próximos anos no Brasil. É um desafio, claro, como em outros países, mas estou confiante de que será votada agora em fevereiro, disse durante um painel sobre o crescimento da economia nos países emergentes.

Enfatizamos que o sistema geral no Brasil cobrirá, com a reforma, toda a população, mas em bases iguais e mais justas para o setor público e privado e que o setor publico já passe a ter um sistema autofinaciável para quem ganha mais, descreveu Meirelles.

A diferença, de acordo com o ministro, é que no Brasil existe a garantia de um sistema geral com financiamento público para todos. Mas com idade mínima, com um sistema mais balanceado e equilibrado com a sustentabilidade fiscal, pontuou.

Eleição

No mesmo painel, Meirelles avaliou que o caminho traçado nos últimos meses pelo governo pode ajudar os eleitores a decidirem o rumo político na corrida presidencial em 2018.

Para o ministro, a população sofreu uma das piores experiências dos últimos anos - que levou a uma recessão econômica - em função da implantação de políticas macroeconômicas alternativas. Agora, afirmou Meirelles, há um trabalho sendo feito em várias frentes, com ênfase na área fiscal.

Ele apontou que o País agora está crescendo e que vagas de empregos começaram a ser geradas novamente. Ele repetiu a projeção de geração de 2,5 milhões de postos de trabalho em 2018 Acho que tudo isso ajuda a decisão dos eleitores.

A primeira pergunta feita pela moderadora ao ministro brasileiro - participaram também do painel autoridades financeiras da África do Sul, China, Rússia, Turquia e Nigéria - foi sobre um possível descontentamento em relação à projeção do Fundo Monetário Internacional (FMI) para o Produto Interno Bruto (PIB) doméstico. Ele disse acreditar que essas estimativas serão revisadas para cima, não apenas pela instituição, mas também pelos economistas, que já começaram a rever seus números. E a razão para isso é que a economia mostrou um ritmo mais rápido de recuperação, após passar pela maior recessão da sua história, enfatizou.

A projeção do governo é de expansão de 1,1% em 2017 e de 3% em 2018. Agora estamos na retomada e isso vai continuar em 2018, afirmou.

Enfatizamos que o sistema geral no Brasil cobrirá, com a reforma, toda a população, mas em bases iguais e mais justas para o setor público e privado e que o setor público já passe a ter um sistema autofinaciável para quem ganha mais, descreveu. A diferença, de acordo com o ministro, é que no Brasil existe a garantia de um sistema geral com financiamento público para todos. Mas com idade mínima, com um sistema mais balanceado e equilibrado com a sustentabilidade fiscal, pontuou.

 

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