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15 de Nov de 2018 - Jornal em tempo real - Expediente - Publicidade

 

 
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 Hong Kong proíbe venda de marfim - Jornal Brasil em Folhas
Hong Kong proíbe venda de marfim


Os deputados de Hong Kong, considerado um ponto de trânsito do contrabando de marfim, aprovaram nesta quarta-feira a proibição da venda da substância.

A decisão, que entrará em vigor antes de 2021, foi tomada por uma ampla maioria.

Era uma resolução muito esperada pelos defensores do meio ambiente desde que a China aboliu completamente a venda de marfim, uma proibição vigente desde o final de 2017.

A China foi no passado o primeiro destino para o contrabando de presas de elefante.

Fechar esse mercado em massa dará uma chance de sobrevivência aos elefantes, reagiu Bert Wander, da ONG internacional Avaaz, em um comunicado.

O governo da antiga colônia britânica, que voltou a entrar na órbita da China em 1997, anunciou no final de 2016 sua intenção de proibir antes de 2021 as importações e exportações de marfim.

Hong Kong continua autorizando a venda de objetos de marfim procedentes das reservas oficiais constituídas antes da proibição deste comércio, em 1990, em teoria apenas com destino ao mercado da ilha.

Mas várias ONGs acusam os traficantes de aproveitarem esta legislação para participar de um contrabando em grande escala que ameaça a sobrevivência dos elefantes.

A emenda à lei de proteção das espécies animais e vegetais em perigo prevê uma proibição em três fases, um prazo que poderia ser aproveitado por traficantes e levar à matança de muitos elefantes na África, acusam os defensores do meio ambiente.

A primeira etapa diz respeito aos estoques de marfim formados depois de 1975. A segunda abrangerá o marfim comprado antes de 1975, e a terceira, em 2021, todos os estoques.

A lei agrava as penas, estabelecendo multas de até 800.000 dólares e penas de prisão de até dez anos.

A África conta atualmente com 415.000 elefantes, 110.000 menos que há dez anos, afirma a União Internacional para a Conservação da Natureza (UICN).

 

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