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18 de Nov de 2018 - Jornal em tempo real - Expediente - Publicidade

 

 
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 Justiça britânica decide se irá retirar ordem de prisão contra Assange - Jornal Brasil em Folhas
Justiça britânica decide se irá retirar ordem de prisão contra Assange


A Justiça britânica decidirá nesta terça-feira (6) se retirará o mandado de prisão contra Julian Assange, o que poderia abrir caminho para ele deixar a embaixada do Equador, depois de mais de cinco anos de reclusão.

Assange buscou refúgio na embaixada fugindo de um mandado de prisão europeu porque a Suécia o reivindicava como suspeito de crimes sexuais.

A justiça sueca arquivou a investigação, mas a polícia britânica ainda quer prendê-lo por violar os termos de sua liberdade condicional.

Em uma audiência na semana passada, o advogado do fundador da Wikileaks, Mark Summers, disse que o mandado de prisão perdeu o propósito e a função.

Summers estimou que Assange vivia em condições semelhantes ao encarceramento e que sua saúde psicológica se deteriorou.

No entanto, o promotor Aaron Watkins considerou absurda a demanda de Assange, que teme sair da embaixada e acabar em uma prisão dos Estados Unidos por ter vazado milhares de segredos oficiais deste país.

No ano passado, o procurador-geral Jeff Sessions afirmou que a prisão do fundador do Wikileaks era uma prioridade.

A demanda da Assange acontece pouco depois do Equador lhe conceder cidadania e status diplomático. O Reino Unido indicou, no entanto, que tal procedimento não alterava a situação jurídica de Assange.

O Equador sabe que a única maneira de resolver esta questão é que Assange deixe a embaixada para enfrentar a justiça, afirmou um porta-voz do ministério das Relações Exteriores britânico.

A situação de Assange tornou-se uma pedra no sapato do Equador, de acordo com seu presidente Lenin Moreno, que herdou o problema de seu antecessor e agora inimigo Rafael Correa.

Em várias ocasiões, o governo de Quito criticou o fato de seu hóspede interferir em assuntos de países terceiros, como nas últimas eleições dos Estados Unidos - nas quais o Wikileaks divulgou mensagens comprometedoras da campanha da candidata Hillary Clinton - ou na recente crise política na Catalunha, onde se posicionou em favor dos independentistas.

 

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