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19 de Jan de 2019 - Jornal em tempo real - Expediente - Publicidade

 

 
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 Secretário de Estado Rex Tillerson: EUA consideram sanções ao petróleo venezuelano - Jornal Brasil em Folhas
Secretário de Estado Rex Tillerson: EUA consideram sanções ao petróleo venezuelano


Os Estados Unidos avaliam a possibilidade de aplicar sanções ao petróleo da Venezuela - afirmou o secretário de Estado americano, Rex Tillerson, em Buenos Aires, neste domingo (4), acrescentando que ainda se estuda o impacto dessas medidas sobre a população.

A situação na Venezuela piora. Um dos aspectos a se levar em conta, no caso de adotar sanções ao petróleo, são os efeitos que isso teria sobre a população e se isso seria um passo a ajudar a chegar ao fim, a acelerar o fim, declarou Tillerson, em entrevista coletiva ao lado do ministro argentino das Relações Exteriores, Jorge Faurie.

Porque... Não fazer nada também é pedir ao povo da Venezuela que continue sofrendo por muito mais tempo, acrescentou.

Obviamente, sanções ao petróleo - a proibição de exportar petróleo para os Estados Unidos, ou que os Estados Unidos deixem de vender cru, ou produtos refinados para a Venezuela - é algo que continuamos considerando, exemplificou Tillerson.

O secretário de Estado reconheceu que, no caso de sanções, Washington também teria de avaliar como amenizar o impacto para os interesses dos Estados Unidos e de outros países da região, os quais compram petróleo do vizinho caribenho.

Em turnê latino-americana, o secretário de Estado já abordou o tema da Venezuela no México e deve voltar a fazê-lo em suas próximas escalas de Lima, Bogotá e Kingston.

Que (a Venezuela) retorne para a Constituição e que haja eleições livres, justas e verificáveis é nosso único objetivo, pontuou.

Até agora, os Estados Unidos aplicaram sanções individuais aos funcionários de mais alto escalão do governo Nicolás Maduro, além de proibirem a transação de títulos soberanos e da petroleira estatal PDVSA.

Ao serem questionados sobre se pedirão que a Venezuela seja excluída da Cúpula das Américas que acontece em abril, Tillerson e Faurie concordaram em que a decisão cabe ao país anfitrião, o Peru.

Depois da reunião com Faurie no Palácio San Martín, sede da Chancelaria, Tillerson almoçou na companhia dos ministros argentinos da Fazenda, Defesa, Segurança, Produção, Energia e Agroindústria, relatou Faurie.

 

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