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23 de Sep de 2018 - Jornal em tempo real - Expediente - Publicidade
 

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 Temer e Maia fazem ofensiva a deputados e governadores - Jornal Brasil em Folhas
Temer e Maia fazem ofensiva a deputados e governadores


Brasília. O ano legislativo começou na segunda-feira (5), com as primeiras reuniões na Câmara. E o foco principal neste início de legislatura é a reforma da Previdência, cuja tramitação terá início no próximo dia 19, com expectativa, por parte do Planalto, de votação já no dia seguinte. E as articulações foram intensas na segunda-feira. O presidente Michel Temer afirmou, em mensagem ao Congresso, que seu governo fez ajustes para suavizar o projeto da reforma da Previdência e que chegou a hora de tomar uma decisão sobre a proposta. O aviso foi dado no momento em que o Palácio do Planalto tenta conquistar os votos necessários para aprovar as mudanças na aposentadoria, enquanto parlamentares fazem novas pressões para flexibilizar o texto.

O presidente declarou que a reforma é urgente e apontou que o texto enviado pelo governo em dezembro de 2016 já foi amplamente discutido ao longo do ano passado. “O diálogo tem sido nosso método. Fizemos ajustes para atender a preocupações legítimas, para criar regras de transição mais suaves. Chegou a hora de tomar uma decisão”, afirmou o presidente, na mensagem lido pelo deputado Giacobo (PR-PR) no plenário da Câmara nesta segunda-feira. O presidente afirmou que a reforma tem o objetivo de combater desigualdades e protege os mais pobres, em uma referência às alterações que retiraram da proposta original as mudanças nos benefícios de trabalhadores rurais e idosos de baixa renda.

O ministro da Secretaria de Governo, Carlos Marun, admitiu que ainda faltam votos para que o governo aprove a reforma, mas diz ainda acreditar que ela será votada neste mês. “O jogo está recomeçando”, disse o ministro. Segundo ele, fevereiro é uma espécie de “prorrogação” e não há chances de que a reforma fique para março. “Votação não ficará para março, o processo de discussão e votação será em fevereiro”, completou. Ele admite que, se ficar para março, dificilmente será aprovada neste ano. Nas contas do governo, há 237 votos garantidos. Alguns aliados falam em 270. Para aprovar a reforma, são necessários 308 votos.

Barganha. Em outro front, o presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM-RJ), reuniu-se com dez governadores e prometeu de empenhar para a criação de um fundo de compensação previdenciária para o rombo dos Estados. Além do governador de Minas, Fernando Pimentel (PT), estavam presentes os chefes dos executivos do Rio de Janeiro, Tocantins, Alagoas, Distrito Federal, Acre, Goiás, Santa Catarina, Rio Grande do Sul e Piauí. Maia pediu esforços no sentido de fazer uma agenda que possa unificar Estados e o Congresso em relação a questões previdenciárias, que são urgentes, informou o governador goiano Marconi Perillo (PSDB).

Segundo o governador, a ideia é criar um fundo de compensação previdenciária em um pacote que tratará também da securitização das dívidas ativas dos Estados. A proposta seria votada até março. Ainda não está definido de onde viriam os recursos para este fundo. Perillo disse não ter havido um pedido formal de apoio à reforma da Previdência em troca da criação do fundo, mas deixou clara a relação entre os dois temas.
Mobilização contra a reforma

Brasília. Líder da Minoria na Câmara, o deputado José Guimarães (PT-CE), anunciou na segunda-feira que, apesar da oposição acreditar que o governo não terá os votos necessários para aprovar a reforma da Previdência, haverá mobilização nacional contra a proposta de mudança constitucional no dia 19.

Além da Previdência, o bloco atuará contra o projeto de lei que regulamenta a privatização da Eletrobras e a proposta de contingenciamento de R$ 16,2 bilhões.

Guimarães disse que a oposição vem monitorando nas últimas semanas líderes governistas e deputados dissidentes, os quais contam que o governo está longe de obter os 308 votos necessários para a aprovação da Proposta de Emenda à Constituição (PEC). Nas contas da oposição, aumentou o número de deputados dispostos a rejeitar a proposta e que se a PEC fosse ao plenário nesta terça-feira (6), o governo teria apenas 230 votos.

Deputados e senadores que desembarcaram nesta segunda-feira no Aeroporto de Brasília foram recepcionados com um protesto contra a aprovação da reforma da Previdência. Um grupo de taxistas também fez uma manifestação no local.

“Ninguém governa o país sem reformas”, diz Rodrigo Maia

Brasília. Em sessão solene de abertura do ano legislativo no Congresso Nacional, o presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM-RJ), disse na segunda-feira que as reformas do Estado são os únicos meios de garantir a igualdade de oportunidades na sociedade brasileira. Segundo Maia, se as reformes das despesas públicas não forem feitas, “ninguém” conseguirá governar o país.

“As reformas são o único caminho para garantir a igualdade de oportunidades que todos precisamos. Por isso tenho dito nos meus discursos que ninguém governa o Brasil se as reformas das despesas não forem feitas”, afirmou. Cotado para ser candidato à Presidência pelo DEM, Maia direcionou sua fala ao “cidadão comum” e defendeu que a classe política “fale a verdade” para jovens e desempregados.

Gafe

Propaganda. O governo cometeu nesta segunda-feira uma grande gafe. A pedido do Planalto, os perfis do governo e de vários ministérios nas redes sociais foram atualizados com uma imagem da campanha “Todos pela Reforma da Previdência. Pro Brasil não quebrar”.

A imagem, no entanto, não estava formatada para o Twitter e o texto acabou ficando cortado, aparecendo apenas o trecho “O Brasil não quer”. No final da frase, o “b” parecia ser um “r”.

E mais...

Relator frustra governo

O discurso do relator da reforma da Previdência, deputado Arthur Maia (PPS-BA), sobre a conclusão de um texto final para a proposta frustrou as expectativas do Palácio do Planalto. A duas semanas da data marcada para o início da discussão da reforma no plenário da Câmara, as possíveis mudanças não estão fechadas, segundo ele. O relator descartou ler o texto final nesta semana, como queria o governo.

Contas do Temer

O presidente Temer disse, a ministros no sábado, que ainda faltam de 30 a 40 votos para aprovar a reforma. Há aliados que acreditam faltar mais de 70.

Agência de risco

A agência de classificação de risco Fitch Ratings avaliou, em relatório publicado na segunda-feira, que considera que as reformas são “fundamentais” para a estabilização das finanças públicas.

 

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