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22 de Mar de 2019 - Jornal em tempo real - Expediente - Publicidade

 

 
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 Temer diz que só faltam 40 votos para aprovar reforma da Previdência - Jornal Brasil em Folhas
Temer diz que só faltam 40 votos para aprovar reforma da Previdência


O presidente Michel Temer afirmou, em entrevista à RedeTV exibida na noite desta segunda-feira, 5, que faltam só 40 votos para o governo conseguir aprovar a reforma da Previdência na Câmara. A entrevista foi gravada na sexta-feira (2). O presidente declarou ainda que, conforme o ministro da Secretaria de Governo, Carlos Marun, há 70 indecisos que podem decidir votar com o governo nas próximas duas semanas. Segundo Temer, o Congresso pode pegar uma onda que traz os votos com facilidade

O governo quer votar o texto no plenário da Câmara no dia 20. Temer declarou, na entrevista, que vai até o fim para aprovar a reforma da Previdência, mas que a proposta precisa ser votada em primeiro turno até o final de fevereiro, início de março. Estamos chegando à conclusão que não há como deixar este tema permanentemente o ano todo, disse. Se não for votado, realmente fica difícil, aí temos que ir para outras pautas.

Para o presidente, a sociedade está entendendo a necessidade de reformar o sistema previdenciário brasileiro e isso deve ecoar no voto dos parlamentares. O presidente afirmou, ainda, que os parlamentares que votarem a favor da proposta vão ganhar eleitoralmente, mas reconheceu que o ano eleitoral dificulta a negociação do governo para conseguir os 308 votos necessários na Câmara. Os candidatos não querem desagradar os eleitores. Além disso, Temer disse que há uma natural resistência de corporações contra a reforma.

Temer afirmou também que, se a reforma for aprovada agora, o assunto não será tema das eleições presidenciais. Do contrário, o presidente acredita que os candidatos serão questionados sobre seu posicionamento em relação à Previdência.

Mais uma vez, o emedebista destacou que, se a reforma não for feita agora, o sistema previdenciário pode quebrar em dois ou três anos. Temer declarou que poderia silenciar e deixar o assunto para outro governo, mas que está pensando nos próximos presidentes ao propor a medida.

Temer prometeu que, se aprovada a reforma, mudanças para os militares serão feitas na sequência.

 

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