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13 de Dez de 2018 - Jornal em tempo real - Expediente - Publicidade

 

 
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 Brasil condena empenho autoritário da Venezuela em eliminar oposição - Jornal Brasil em Folhas
Brasil condena empenho autoritário da Venezuela em eliminar oposição


O governo brasileiro repudiou nesta terça-feira (6) a exclusão de vários partidos opositores venezuelanos de participar das eleições presidenciais antecipadas, nas quais Nicolás Maduro pretende se reeleger, afirmando que evidencia o absoluto desprezo das autoridades desse país pelo pluralismo político.

O governo de Michel Temer repudia o sistemático e inaceitável empenho do regime autoritário venezuelano em eliminar da atividade política partidos, frentes e personalidades da oposição, manifestou o ministério das Relações Exteriores em comunicado.

A nota faz referência à inabilitação ordenada na sexta-feira passada por parte do Conselho Nacional Eleitoral (CNE) do partido opositor Primeiro Justiça visando as presidenciais, dias depois de o Tribunal Supremo excluir da disputa a aliança opositora Mesa da Unidade Democrática (MUD), provocando fortes críticas internacionais.

Essas decisões foram tomadas depois que a Assembleia Constituinte da Venezuela (governista) - que rege com poderes absolutos - ordenou a reinscrição de vários partidos da oposição que se afastaram das votações de prefeitos, em dezembro, argumentando uma fraude na eleição de governadores, em outubro.

A Chancelaria brasileira também mencionou a cassação dos direitos de líderes opositores como o ex-candidato presidencial Henrique Capriles, inabilitado pela Controladoria, e Leopoldo López, em prisão domiciliar e condenado a quase 14 anos de prisão por incitar a violência nos protestos de 2014, como uma evidência a mais dessa vontade das autoridades de Caracas de eliminarem seus adversários.

O governo brasileiro reitera sua convicção de que a reconciliação do povo venezuelano haverá de resultar do diálogo de boa fé com ampla participação das forças da oposição e da sociedade civil, em busca de uma saída pacífica para a crise que tanto aflige esse povo irmão, disse o comunicado de Brasília.

Há duas semanas, a Assembleia Constituinte da Venezuela adiantou as eleições - que tradicionalmente são realizadas em dezembro - para antes de 30 de abril. Segundo analistas, sua intenção é aproveitar a crise de credibilidade e fissuras na MUD.

Está previsto que o governo da Venezuela e a oposição retomem nesta terça-feira em Santo Domingo um diálogo no qual negociarão a data e as garantias para as eleições presidenciais.

O governo de Temer se distanciou de Maduro, no poder desde 2013 e herdeiro político do falecido Hugo Chávez, com quem as anteriores administrações mantiveram fortes laços econômicos e políticos, acentuados especialmente com Lula (2003-2010) e Dilma Rousseff (2011-2016).

 

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