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 Pence promete sanções mais duras dos EUA contra Coreia do Norte - Jornal Brasil em Folhas
Pence promete sanções mais duras dos EUA contra Coreia do Norte


O vice-presidente dos Estados Unidos, Mike Pence, afirmou nesta quarta-feira (7) que Washington revelará em breve as sanções econômicas mais duras já adotadas contra a Coreia do Norte e prometeu impedir que Pyongyang sequestre os Jogos Olímpicos de Inverno.

Durante uma visita ao Japão antes de comparecer à cerimônia de abertura dos Jogos de Inverno na Coreia do Sul, Pence destacou que seu país intensificará a campanha de máxima pressão sobre o regime norte-coreano, em conjunto com o governo de Tóquio.

Anuncio hoje que os Estados Unidos revelarão muito em breve as sanções econômicas mais duras e mais ofensivas já adotadas contra a Coreia do Norte, declarou Pence, ao lado do primeiro-ministro japonês, Shinzo Abe.

A visita de três dias ao Japão acontece no momento em que Washington tenta reforçar os laços com seus aliados na região e manter a pressão sobre o regime de Pyongyang, apesar da recente distensão na península da Coreia.

Todas as opções estão sobre a mesa e os Estados Unidos mobilizaram alguns de seus recursos militares mais avançados no Japão e na região em geral para proteger nosso território e nossos aliados, e vamos continuar fazendo isso, completou.

Para ressaltar o que Washington classifica como abusos norte-coreanos contra os direitos humanos, Pence assistirá à cerimônia de abertura dos Jogos de Pyeongchang ao lado do pai do falecido preso americano Otto Warmbier.

Washington e Pyongyang travam uma guerra verbal que levou o presidente Donald Trump a fazer piada com o líder norte-coreano Kim Jong-un, ao chamá-lo de rocket man (homem-foguete), enquanto o ditador ameaçou os Estados Unidos com a destruição nuclear.

Em 2018, no entanto, Kim adotou um tom mais conciliador e aceitou o convite para que seu país participe do que está sendo chamado de Jogos da Paz.

As duas Coreias organizaram uma incomum reunião de alto nível no mês passado. Na sexta, o chefe de Estado honorário da Coreia do Norte, o presidente do Presidium da Assembleia Popular Suprema, Kim Yong-nam, deve viajar para o Sul na sexta-feira, ao lado da irmã do líder do país, Kim Yo-jong. Ela será o primeiro integrante da família que governa a Coreia do Norte a visitar o país.

- Sequestrar os Jogos -

O primeiro-ministro japonês disse apreciar as negociações entre o Norte e o Sul sobre os Jogos Olímpicos, mas ressaltou que todos devem enfrentar o fato de que a Coreia do Norte avança com seus programas nuclear e de mísseis.

Durante uma escala no Alasca, Pence não descartou uma reunião com a delegação norte-coreana que comparecerá à cerimônia de abertura. Em Tóquio, porém, retomou o discurso mais firme, declarando que não se deve permitir à Coreia do Norte sequestrar a mensagem e as imagens dos Jogos Olímpicos.

Não permitiremos à Coreia do Norte esconder, por trás da bandeira olímpica, a realidade de que escraviza sua população e ameaça a região, disse.

As declarações de Pence coincidem com o anúncio de que Kim Yo-jong desembarca no vizinho do Sul na sexta-feira, dia da abertura dos Jogos Olímpicos, e da chegada, nesta quarta, de 220 animadoras de torcida norte-coreanas à sede do evento.

Não está claro quanto tempo vai durar a distensão após os Jogos, especialmente quando Estados Unidos e Coreia do Sul retomarem os adiados exercícios militares anuais, que sempre irritam Pyongyang.

Na terça-feira, a agência estatal de notícias norte-coreana afirmou que a retomada das manobras conjuntas devolverá a península à nefasta fase de catástrofe.

O papa Francisco quis contribuir para suavizar a desconfiança com um elogio do desfile conjunto das delegações das duas Coreias.

É um gesto que dá esperança de um mundo melhor no que os conflitos se resolvem pacificamente, disse seu audiência geral semanal no Vaticano.

Por sua vez, a Rússia anunciou que começou a repatriar os trabalhadores norte-coreanos presentes em seu território, em aplicação das sanções adotadas no final de dezembro pelo Conselho de Segurança da ONU.

 

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