Pressreader / UOL Banca / Nuvem



Siga, Curta e Compartilhe
#brasilemfolhas - #jonaldodia - #jornaldigital
#jornalbrasil - #newspaperbrazil - #jornalhoje


14 de Nov de 2018 - Jornal em tempo real - Expediente - Publicidade

 

 
Notícias
 Cade aprova no Brasil negócio mundial da compra da Monsanto pela Bayer - Jornal Brasil em Folhas
Cade aprova no Brasil negócio mundial da compra da Monsanto pela Bayer


O Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) aprovou ontem (7) a fusão de duas das maiores empresas do agronegócio no planeta. A aquisição da norte-americana Monsanto Company pela alemã Bayer foi anunciada em 2016, ao custo de US$ 66 bilhões (equivalente a R$ 215 bilhões). O negócio cria um conglomerado de pesticidas agrícolas e sementes com mais de 140 mil empregados, atuação em pelo menos 75 países e volume de negócios estimados de US$ 25,8 bilhões anuais (R$ 84,1 bilhões).

Para aprovar a fusão, o Cade aceitou a proposta de venda, pela Bayer, de todos os investimentos em ativos e negócios de sementes de soja e algodão, bem como do setor de herbicidas não seletivos à base de glufosinato de amônio, que serão transferidos para outra gigante do setor, a Basf, em um negócio estimado em US$ 7 bilhões (R$ 22,82 bilhões).

Para ser validada, a operação ainda precisa ser ratificada pelas jurisdições regulatórias de 29 países, e metade ainda não se pronunciou em definitivo, inclusive os órgãos antitruste dos Estados Unidos e da União Europeia.

No Brasil, a operação foi aprovada por 4 a 2. Além do relator do caso, Paulo Burnier da Silveira, votaram favoravelmente à fusão os conselheiros Alexandre Barreto (superintendente-geral), Maurício Oscar Bandeira Maia e Polyanna Ferreira da Silva Vilanova.

Foram votos vencidos os conselheiros João Paulo de Resende e Cristiane Alkmin J. Schmidt. A nova conselheira do Cade, Paula Farani de Azevedo, que teve o nome aprovado pelo Senado na última terça-feira (6), depois de indicação do presidente Michel Temer, não chegou a participar da votação do caso porque ainda não havia tomado posse.

Em seu voto, o conselheiro relator do caso, Paulo Burnier da Silveira, argumentou que a solução estrutural apresentada “desfaz todas as sobreposições horizontais geradas pela operação no Brasil”, eliminando “problemas concorrenciais derivados de concentrações horizontais” no mercado. Com essa operação, a Monsanto, agora propriedade da Bayer, deixará se ser líder mundial no setor de sementes transgênicas de milho, trigo e soja.

Além disso, Bayer e Monsanto propuseram “compromissos comportamentais” que envolvem a transparência das políticas comerciais, a proibição de imposição de exclusividade nos canais de venda, de venda casada e de bundling (quando os produtos são vendidos em cestas ou pacotes). Elas também se comprometeram com o licenciamento amplo e não discriminatório de seus produtos. Os acordos firmados no ato concorrencial deverão ser monitorados por auditores independentes, informou o Cade.

Edição: Davi Oliveira

 

Últimas Notícias

Nordeste perdeu 1 milhão de trabalhadores no campo de 2012 para 2017
IBGE prevê em 2019 safra de grãos 0,2% menor que a de 2018
Safra de grãos pode chegar a 238,3 milhões de toneladas, diz Conab
Banco do Brasil tem lucro de 14,3% no terceiro trimestre
Percentual de inadimplentes recua em outubro, diz CNC
Boletos vencidos de todos os tipos serão pagos em qualquer banco
Leonardo de Morais toma posse na presidência da Anatel
Natal deve movimentar R$ 53,5 bilhões na economia do país, prevê SPC

MAIS NOTICIAS

 

No Congresso, Temer defende reuniões frequentes entre Poderes
 
 
Bolsonaro reafirma, no Congresso, compromisso com a Constituição
 
 
Bolsonaro critica Enem e diz que prova deve cobrar conhecimentos úteis
 
 
Governo de transição dividiu trabalhos por temas em dez frentes
 
 
Para ministro, é “mais simples” unir MEC com Ciência e Tecnologia
 
 
Bolsonaro e Temer iniciam hoje formalmente governo de transição

 

 
 
 
 


ÚLTIMAS EDIÇÕES DO JORNAL BRASIL EM FOLHAS

 
 




© 2008 - 2019 - BRASIL EM FOLHAS S/A - CENTRAL DE ATENDIMENTO +55 (62) 3040-8212