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 Netanyahu discute com EUA anexação de colônias na Cisjordânia, diz porta-voz - Jornal Brasil em Folhas
Netanyahu discute com EUA anexação de colônias na Cisjordânia, diz porta-voz


O primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, disse nesta segunda-feira (12) que estava discutindo há algum tempo com os Estados Unidos o projeto de anexar colônias na Cisjordânia ocupada, indicou um de seus porta-vozes, o que foi denunciado pela direção palestina como um roubo organizado com a cumplicidade de Washington, embora tenha sido negado pela Casa Branca.

Sobre o tema da aplicação da soberania israelense (nas colônias), posso dizê-los que há algum tempo falo com os americanos, disse Netanyahu a deputados de seu partido, o Likud (direita conservadora), segundo este porta-voz.

Aplicar a soberania israelense nas colônias pode ser considerada uma anexação. Esta declaração atribuída publicamente a Netanyahu é a primeira expressão de apoio de sua parte a um projeto defendido por vários membros de seu partido e de sua maioria no Parlamento.

A Casa Branca, contudo, negou a alegação de Israel - numa rara demonstração pública de discordância. O porta-voz Josh Raffel, próximo a Jared Kushner, disse que relatos de que os Estados Unidos discutiram com Israel um plano de anexação para a Cisjordânia são falsos. Os dois países nunca debateram tal proposta, garantiu.

Uma anexação complicaria ainda mais a busca de uma saída ao conflito israelense-palestino e a solução de dois Estados, ou seja, a criação de um Estado palestino que é a referência da ONU e de grande parte da comunidade internacional.

A última declaração de Netanyahu confirma a cumplicidade dos Estados Unidos com os planos coloniais israelenses, reagiu Saeb Erakat, secretário-geral da Organização para a Libertação da Palestina (OLP), condenando um roubo organizado de terras.

A colonização israelense é ilegal do ponto de vista do direito internacional. A comunidade internacional também considera ilegal a anexação de Jerusalém Oriental, ocupada por Israel desde 1967. O presidente americano, Donald Trump, reconheceu em dezembro Jerusalém como capital de Israel.

Netanyahu disse que queria coordenar essa eventualidade com os Estados Unidos porque é um aliado estratégico para Israel.

Dois deputados, um deles do Likud, propuseram uma lei para aplicar a soberania israelense nas colônias na Cisjordânia. Netanyahu a bloqueou no domingo.

 

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