Pressreader / UOL Banca / Nuvem



Siga, Curta e Compartilhe
#brasilemfolhas - #jonaldodia - #jornaldigital
#jornalbrasil - #newspaperbrazil - #jornalhoje


18 de Nov de 2018 - Jornal em tempo real - Expediente - Publicidade

 

 
Notícias
 Inflação dos EUA se acelera em janeiro e sobe 0,5% - Jornal Brasil em Folhas
Inflação dos EUA se acelera em janeiro e sobe 0,5%


O aumento dos preços nos Estados Unidos se acelerou em janeiro, gerando nervosismo nos mercados, que agora temem que as taxas de juros subam mais agressivamente neste ano.

O índice de preços ao consumidor CPI, que mede a evolução de bens domésticos e serviços, avançou 0,5%, com relação a dezembro, em dados ajustados a variações sazonais, enquanto analistas esperavam uma alta de 0,4%, segundo dados do Departamento de Trabalho publicados nesta quarta-feira (14).

A inflação subjacente, que exclui preços voláteis, como os alimentos e o combustível, subiu 0,3%, seu maior aumento desde janeiro do ano passado.

O aumento a 12 meses do índice CPI se manteve em 2,1%, com inflação subjacente em 1,8%, igual à de dezembro.

A queda nas vendas de carros em janeiro desacelerou o ritmo dos gastos de consumo, que tiveram sua maior queda em 11 meses, quando os custos de reconstrução dos danos causados pelos furacões diminuíram.

Os dados da inflação geraram nervosismo nos mercados mundiais, porque podem levar o Federal Reserve (Fed, o Banco Central americano), que tinha previsto aumentar as taxas de juros três vezes neste ano, a fazê-lo mais vezes.

A expectativa do Fed é aumentar as taxas de juros no mês que vem, mas, com a inflação no horizonte após uma longa ausência, analistas creem que a entidade poderia elevar as taxas quatro vezes no ano.

Contudo, economistas considerem exagerada a histeria de Wall Street com estes dados, já que o aumento dos preços era previsível.

Não é tão ruim quanto parece, mas é suficientemente ruim para a Bolsa, disse Ian Shepherdson, da Pantheon Macroeconomics ao comentar o informe.

Shepherdson disse que os dados estão distorcidos por alguns grandes preços que podem se reverter, como equipamentos e serviços médicos.

- Vendas a varejo menores -

Outro relatório, o do Departamento de Comércio, disse que as ventas a varejo caíram 0,3% em janeiro, após ficarem estagnadas em dezembro.

O dado está sujeito à revisão, mas foi contrário às expectativas dos analistas. Ele poderia sinalizar que a demanda dos consumidores diminuiu no começo do ano.

Esse é um informe absolutamente horrível, disse o analista da FTN Financial Chris Low.

Os consumidores americanos gastaram 492 bilhões de dólares no mês passado - 3,6% a mais que em janeiro de 2017.s

Contudo, as vendas de veículos e autopeças caíram 1,3% desde dezembro, o que significa a maior queda desde agosto. A gasolina, contudo, teve um aumento saudável de 1,6% nas vendas.

Entre os dados, estão sinais de que os gastos para reparar os estragos provocados pelos furacões do ano passado continuam a cair.

 

Últimas Notícias

Submarino argentino é encontrado um ano e um dia após desaparecimento
Parlamento cubano rejeita resolução da Eurocâmara sobre direitos human
Incêndio da Califórnia registra 74 mortos e mais de mil desaparecidos
Livro mistura suspense e fantasia em reflexão sobre violência no país
EBC e Fundação Getulio Vargas firmam acordo para revitalizar acervo
Trabalho de escoramento em viaduto paulistano prossegue neste sábado
Belo Horizonte tem previsão de mais chuva; temporais já mataram quatro
Prefeito de Mariana diz que não desistirá de ação no Reino Unido

MAIS NOTICIAS

 

Morre em Pelotas o criador da camisa canarinho, Aldyr Schlee
 
 
Brasil concentrou 40% dos feminicídios da América Latina em 2017
 
 
Jungmann e Toffoli anunciam sistema para unificar processos de presos
 
 
Pensamento liberal deve guiar a equipe econômica de Bolsonaro
 
 
Gold3-4 minutosfajn permanecerá à frente do BC até Senado aprovar Campos Neto
 
 
Senado argentino aprova orçamento de 2019 como prometeu ao FMI

 

 
 
 
 


ÚLTIMAS EDIÇÕES DO JORNAL BRASIL EM FOLHAS

 
 




© 2008 - 2019 - BRASIL EM FOLHAS S/A - CENTRAL DE ATENDIMENTO +55 (62) 3040-8212