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12 de Nov de 2018 - Jornal em tempo real - Expediente - Publicidade

 

 
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 América Latina deve manter portas abertas a refugiados, diz funcionário da ONU - Jornal Brasil em Folhas
América Latina deve manter portas abertas a refugiados, diz funcionário da ONU


O alto comissário da ONU para os Refugiados, Filippo Grandim elogiou o Brasil por receber milhares de venezuelanos que fogem da crise em seu país e prometeu mobilizar a comunidade internacional para melhorar a resposta a esta crise migratória.

O Alto Comissariado das Nações Unidas para os Refugiados (Acnur) estima que cerca de 24 mil venezuelanos solicitaram refúgio ao Brasil, afirmou Grandi, no primeiro dia de reuniões, nesta segunda-feira (19), em Brasília.

O Brasil está coordenando e liderando uma resposta exemplar para ajudar aos venezuelanos que cruzam a fronteira para o estado de Roraima (...). O povo e o governo do Brasil são campeões da causa dos refugiados, garantiu Grandi em declaração à imprensa.

O Brasil reforçou sua presença militar e declarou estado de emergência social em Roraima para atender aos 40 mil venezuelanos instalados em Boa Vista, equivalentes a 10% de sua população

Grandi afirmou que a Acnur apoia plenamente as ações do governo, tanto em assistência humanitária, quanto nos planos de redistribuição dos venezuelanos para outros estados brasileiros nos próximos meses.

O funcionário da ONU disse que prometeu ao presidente Michel Temer pedir à comunidade internacional que ajude o Brasil em sua resposta a essa situação.

A crise da Venezuela afundou a potência petroleira regional em uma catástrofe financeira e política que isolou o presidente Nicolás Maduro, cujo governo é qualificado de ditadura por Estados Unidos e Colômbia.

A Colômbia reportou no mês passado que mais de meio milhão de venezuelanos entraram legal ou ilegalmente no país.

Enquanto a Argentina afrouxou seus requisitos de imigração para os cidadãos do país caribenho, 14 nações da região pediram a Caracas que habilite um corredor humanitário para ajudar a aliviar o desabastecimento de bens e serviços vitais.

O alto comissário afirmou que, na América Latina, a proteção dos refugiados sempre foi bem desenvolvida, tanto na legislação, como na prática e pediu aos países da região para não baixar a guarda nesta defesa.

Grandi se reuniu com delegados de 36 países latino-americanos, que vão elaborar um documento com as contribuições da região para a confecção, neste ano, de um Pacto Global sobre Refugiados.

 

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