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20 de Fev de 2019 - Jornal em tempo real - Expediente - Publicidade

 

 
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 Socorristas localizam destroços do avião acidentado no Irã - Jornal Brasil em Folhas
Socorristas localizam destroços do avião acidentado no Irã


Os restos do avião de passageiros iraniano caído no último domingo (18) em uma zona de alta montanha foram localizados após dois dias de busca em condições difíceis - anunciaram autoridades locais.

Com 66 pessoas a bordo, o avião ATR da companhia aérea iraniana Aseman Airlines caiu sobre a Cordilheira de Zagros, no domingo, durante uma tempestade de neve. A aeronave cobria o trajeto Teerã-Yassuj, no sudoeste do país.

Apesar dos cerca de 60 helicópteros mobilizados na segunda-feira, a neve e o nevoeiro complicaram consideravelmente o trabalho dos socorristas. Hoje pela manhã, a melhora nas condições meteorológicas permitiu mais visibilidade.

Um helicóptero dos Guardiães da Revolução localizou, nesta manhã (de terça), os destroços do avião no Monte Dena, anunciou o porta-voz desse exército de elite do regime, Ramezan Sharif, citado pela emissora pública Irib.

Ontem, drones dos Guardiães da Revolução começaram a estudar minuciosamente o terreno, onde o avião provavelmente caiu e, esta manhã, dois helicópteros das Forças Aeroespaciais foram enviados para o local do acidente, acrescentou.

Segundo a Irib, um dos pilotos dos drones disse ter visto corpos dispersos ao redor do avião. A aeronave foi encontrada na localidade de Noghol, a cerca de 4.000 metros de altitude no Monte Dena.

Mais de 100 pessoas participaram das buscas.

Na noite passada, várias pessoas permaneceram na montanha e, graças à coordenação com os guias locais, também conseguiram revistar todas as fendas, fornecendo importantes informações para ajudar a refinar as buscas, disse à agência de notícias Isna o diretor de um centro regional de crise, Mansur Shishefuroosh.

Cerca de 500 imagens tiradas pelos drones também foram analisadas ao longo da noite, completou.

O avião acidentado partiu de Teerã no domingo de manhã (hora local) para cobrir o trajeto entre a capital e Yassuj, cerca de 500 quilômetros ao sul. A aeronave desapareceu das telas dos radares durante uma tempestade de neve, quando se aproximava de seu destino. O aparelho está em serviço desde 1993.

O Bureau de Estudos e Análises para Segurança da Aviação Civil (BEA, na sigla em francês) anunciou o envio de três investigadores e assessores técnicos ao Irã. Sua chegada não foi confirmada por fontes iranianas.

- Frota obsoleta -

O acidente reavivou as preocupações com a segurança aérea no Irã, amplificadas nos últimos anos pelas sanções internacionais impostas à República Islâmica.

Em dezembro de 2016, a Aseman Airlines foi colocada na lista negra de companhias aéreas proibidas na União Europeia (UE). Ela é uma das três únicas companhias proibidas nominalmente de operar no espaço aéreo europeu. As outras 190 enfrentam essa interdição por seu país de origem.

O Irã já acusou os Estados Unidos de colocarem seu sistema de transporte aéreo em risco em função das sanções comerciais americanas, afirmando que elas dificultam a manutenção e a modernização de frotas que vão-se tornando obsoletas.

No auge das sanções, a Aseman foi obrigada a deixar em terra vários de seus aviões, em função das dificuldades de se obter peças de reposição.

O Irã enfrentou algumas catástrofes aéreas desde 2003. O último grande acidente no campo da Aviação Civil remonta a 2014, quando 39 pessoas morreram na queda de um Antonov 140.

Números da Flight Safety Foundation, uma ONG baseada nos Estados Unidos, sugerem que o Irã continua abaixo da média em termos de adoção de normas de segurança da Organização da Aviação Civil Internacional (Oaci).

 

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