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19 de Jan de 2019 - Jornal em tempo real - Expediente - Publicidade

 

 
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 Qual o risco do atraso na reforma da Previdência para o Tesouro Direto? - Jornal Brasil em Folhas
Qual o risco do atraso na reforma da Previdência para o Tesouro Direto?


SÃO PAULO - A suspensão na votação da reforma da Previdência devido a intervenção federal no Rio de Janeiro não sepultou a alteração nas regras da aposentadoria, segundo o ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, mas a discussão será atrasada até o fim de 2018. Isto porque a intervenção deve durar até 31 de dezembro e a lei brasileira proíbe a aprovação de emendas à Constituição enquanto ela estiver em vigor.

Com uma eleição presidencial no meio do caminho, a pausa abre discussões sobre se a reforma previdenciária será efetivamente aprovada nos próximos anos.

O professor do InfoMoney, Alan Ghani, fala sobre os riscos dessa questão ser empurrada por mais anos e seus impactos nos títulos do Tesouro Direto e seus investidores no programa “Tesouro Direto com Ganhos Turbinados”, apresentado toda quinta-feira às 14h15 na InfoMoneyTV.

Tesouro Prefixado com Juros Semestrais (NTN-F): o investidor também sabe exatamente quanto receberá no momento da compra, mas o fluxo de pagamento é diferente: nesse título público, o investidor recebe pagamentos a cada seis meses, que funcionam como uma antecipação da rentabilidade contratada.

Tesouro Selic (LFT): esse é um título público em que o rendimento é totalmente atrelado à taxa Selic, o que normalmente é indicado para investidores de perfil mais conservador. Essa taxa tem a sua meta definida pelo Copom (Comitê de Política Monetária), a cada 45 dias, e que hoje está em 6,75% ao ano. O pagamento é feito apenas após a data de vencimento.

Tesouro IPCA+ (NTN-B Principal): a rentabilidade desse título público é dividida em duas partes: uma parcela prefixada e outra parcela atrelada ao IPCA, o índice oficial de inflação usado pelo Governo. Essa composição garante que o investidor sempre terá um retorno acima da inflação, e por isso costuma ser indicado para aplicações de longo prazo. O pagamento é feito apenas após a data de vencimento.

Tesouro IPCA+ com Juros Semestrais (NTN-B): Semelhante ao IPCA+, a rentabilidade também é dividida entre uma taxa prefixada e a variação do IPCA, mas com a diferença de que o Tesouro Nacional realiza pagamentos semestrais, para quem busca complementar a renda com os títulos públicos.

 

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