Assine Brasil em Folhas / Nuvem / Pressreader



Siga, Curta e Compartilhe
#brasilemfolhas - #jonaldodia - #jornaldigital
#jornalbrasil - #newspaperbrazil - #jornalhoje


20 de Sep de 2018 - Jornal em tempo real - Expediente - Publicidade
 

...

...

 
Notícias
 Medidas do governo afetam empregos e elevam impostos - Jornal Brasil em Folhas
Medidas do governo afetam empregos e elevam impostos


Sem poder votar a reforma da Previdência, em função da intervenção do governo federal no Rio de Janeiro, já que o Congresso Nacional não pode votar emendas constitucionais, o governo resolveu apostar em 15 pautas prioritárias, entre elas a reoneração da folha de pagamento das empresas e aumento de impostos, com a unificação do PIS e da Cofins. Isso pode desestimular a geração de mais vagas ou até mesmo causar desemprego em alguns setores, segundo o presidente do Conselho de Relações do Trabalho da Federação das Indústrias do Estado de Minas Gerais (Fiemg), Osmani Teixeira de Abreu.

Ele ressalta que qualquer aumento na tributação impacta os custos. “É um ciclo. Se o produto fica mais caro, é possível que as vendas se reduzam, com isso a produção acaba caindo. E assim, um determinado número de funcionários pode não ser mais necessário”, observa. Abreu diz que é possível que também haja algum impacto na inflação, fruto da alta nos custos.

O assessor jurídico da Federação das Empresas de Transportes de Carga do Estado de Minas Gerais (Fetcemg), Hudson Gomes, diz que a alteração é ruim para o setor, que há cerca de quatro anos não tem aumento de frete. “Isso desestimula os investimentos e, logo, a geração de empregos”, diz. E ainda, conforme ele, poderia causar aumento do desemprego.

Conforme o Ministério da Fazenda, a maioria dos setores perderia a desoneração pelo Projeto de Lei 8.456/2017. O governo tenta reverter a desoneração da folha de pagamentos para alguns setores da economia, com o objetivo de reaver cerca de R$ 785 milhões por mês em arrecadação. Apenas alguns segmentos permaneceriam com a opção de recolher a contribuição previdenciária sobre a receita bruta. Pela proposta inicial do governo, basicamente construção, comunicação e transporte. No entanto, o ministério, por meio de nota, informa que o projeto de lei ainda tramita no Congresso, está sujeito a alterações e pode onerar todo mundo.

O vice-presidente do Sindicato da Indústria da Construção Civil no Estado de Minas Gerais (Sinduscon-MG), Geraldo Jardim Linhares, diz que os impactos da reoneração são diferenciados, dependendo do porte da empresa. “Vai atingir em torno de 30% do setor. São as grandes empresas que possuem muitos funcionários, podendo impactar os custos”, observa. Ele diz que a maioria das pequenas e médias empresas do setor não optou pela desoneração. “Eu, como empresário, nunca usei”, diz.

Professor dos cursos de ciências contábeis e administração do Centro Universitário Newton Paiva, Louis Felipe Vieira explica que a desoneração da folha foi criada pelo governo federal, em 2011, com o intuito de aumentar a oferta de empregos, substituindo a contribuição patronal (da empresa), de 20% do INSS sobre a folha, por um percentual, que varia de acordo com o setor, sobre a receita bruta. “Hoje, é possível escolher entre a contribuição sobre a folha ou sobre a receita bruta”, diz.

Ele alerta que a desoneração pode ser boa ou não, dependendo da empresa. “A princípio, para empresa que fatura pouco, mas possui muitos funcionários, pode ser boa, já que ela não vai pagar em cima dos 20% da folha dos empregados. Só que, para saber qual a melhor opção, é necessária uma análise criteriosa”, frisa.
Secretária do Tesouro diz que reforma evitaria mais tributos

São Paulo. Um dia após o governo retirar oficialmente da pauta da Câmara a proposta de emenda constitucional que muda as regras da aposentadoria, a secretária do Tesouro Nacional, Ana Paula Vescovi, fez nesta terça-feira (20) uma defesa da reforma da Previdência, que, segundo ela, não só é a medida mais importante do ajuste fiscal, como representa uma alternativa para o país evitar o aumento da carga tributária.

Após lembrar estimativas que apontam um crescimento de 8,5% para cerca de 19% dos gastos previdenciários como proporção do Produto Interno Bruto (PIB) nas próximas três décadas, Ana Paula comentou que o sistema da Previdência traz uma sobrecarga de despesas que pode levar a um aumento grande de impostos, que, se concretizado, conforme ela, tira o crescimento potencial do Brasil.

 

Últimas Notícias

Centro está preparado para lançamento de foguete após acidente
Cidades brasileiras integram programa de preservação de florestas
MP denuncia ex-marido de corretora assassinada no Rio
Bolsonaro segue estável e internado no Hospital Albert Einstein
Goiás entra para a elite dos Estados mais competitivos do País
Petrobras eleva gasolina em 2 centavos; diesel permanece inalterado
MME faz consulta sobre planejamento da transmissão de energia elétrica
Inadimplência do consumidor subiu 3,63% em agosto

MAIS NOTICIAS

 

Toffoli toma posse hoje na presidência do STF
 
 
Chanceler do Paraguai visita Brasil para negociar construção de pontes
 
 
Indústria recua em oito dos 15 locais pesquisados pelo IBGE em julho
 
 
Brasil amplia investimento em educação infantil, diz OCDE
 
 
México investiga caso de deputadas forçadas a renunciar
 
 
A série de ataques de 11 de Setembro completa 17 anos

 

 
 
 
 


ÚLTIMAS EDIÇÕES DO JORNAL BRASIL EM FOLHAS

 
 




© 2008 - 2017 - BRASIL EM FOLHAS S/A - CENTRAL DE ATENDIMENTO +55 (62) 3040-8212