Pressreader / UOL Banca / Nuvem



Siga, Curta e Compartilhe
#brasilemfolhas - #jonaldodia - #jornaldigital
#jornalbrasil - #newspaperbrazil - #jornalhoje


18 de Jan de 2019 - Jornal em tempo real - Expediente - Publicidade

 

 
Notícias
 Partido de Merkel valida acordo de governo - Jornal Brasil em Folhas
Partido de Merkel valida acordo de governo


O partido conservador da chanceler alemã Angela Merkel, a CDU (União Democrata-Cristã), validou nesta segunda-feira o projeto de governo de coalizão com os social-democratas.

O contrato de coalizão foi aprovado com 27 votos contra de um total de 975 delegados presentes e todos os outros a favor desta aliança, anunciou após a votação dos delegados do movimento conservador Armin Laschet, um dos líderes do partido.

Para selar a aliança ainda falta a aprovação dos militantes social-democratas por meio de uma consulta cujos resultados serão anunciados no domingo.

Os quase mil delegados da CDU, partido predominante da centro-direita da Alemanha, estavam reunidos desde o início da manhã.

O acordo encerrou quatro meses de incertezas na Alemanha, após as legislativas de setembro, que não tiveram um vencedor claro, mas confirmaram o avanço da extrema-direita e uma crescente fragmentação do panorama politico.

Mas o preço político para a chanceler por esta aliança - a única possível pera constituir uma maioria na Câmara - é muito elevado.

Para convencer o reticente SPD, Angela Merkel teve que ceder o ministério das Finanças, considerado pelos conservadores o fiador do rigor orçamentário na Alemanha e na zona do euro.

A ala mais à direita da CDU considerou a concessão um excesso e criticou a guinada centrista, no seu entender, adotada pela chanceler.

Para desativar a revolta desta parte da CDU, Merkel anunciou no domingo que o líder da ala mais à direita do partido, Jens Spahn, será o ministro da Saúde.

Sua presença deve refletir o fato de que o partido é plural, explicou a chanceler.

Aos 37 anos, Spahn, o opositor interno mais visível de Merkel, afirma que a CDU se tornou muito social-democrata.

Spahn, que já manifestou sua afinidade ideológica e de geração com o jovem chanceler austríaco Sebastian Kurz, que governa com a extrema-direita em seu país, defende uma política conservadora, especialmente em temas identitários e de imigração.

A mudança de direção foi rejeitada por Merkel, que deseja manter seu partido no centro do tabuleiro político.

Durante o congresso, Merkel pretende nomear como número dois do partido uma de suas aliadas mais leais, Annegret Kramp-Karrenbauer, de 55 anos.

A designação representaria o início da preparação da era pós-Merkel.

Annegret Kramp-Karrenbauer, católica, que governava até agora o pequeno estado regional de Sarre, tem posições mais conservadoras que as de Merkel.

Mas isto será suficiente para tranquilizar os rebeldes da CDU?

A promoção de Jens Spahn pode revelar-se um presente envenenado, com a obrigação do silêncio pelo dever de reserva imposto aos ministros.

É o pior castigo imaginável, ironizou o presidente do partido Alternativa para a Alemanha (AfD, extrema-direita, 13% dos votos nas legislativas de setembro), Jörg Meuthen.

Os outros cinco possíveis futuros ministros da CDU no governo de Merkel - caso os militantes do SPD aprovem a coalizão - são todos leais a Merkel.

 

Últimas Notícias

Frédéric Lamotte é o novo diretor geral da CA Indosuez Wealth (Miami) e responsável Global da região das Américas
A ACIRLAG chega para impulsionar o setor econômico da região Leste de Aparecida
John Forman recusa cargo no Conselho de Administração da Petrobras
Em visita oficial, Macri é recebido no Planalto por Bolsonaro
Mercado financeiro prevê inflação em 4,02% neste ano
Consultas de CPFs para vendas a prazo no comércio crescem 2,8%
Produção de bicicletas aumenta 15,9% no Brasil
Receita abre consulta a restituição do Imposto de Renda de 2008 a 2018

MAIS NOTICIAS

 

ANP aprova credenciamento de empresa certificadora
 
 
Política de combate à inflação foi bem-sucedida, diz presidente do BC
 
 
Marcos Pontes: fusão de Embraer e Boeing preserva interesses do país
 
 
Número de linhas de celular tem maior queda do ano em novembro
 
 
ANP: Petrobras pede prazo maior para definir quais campos vai explorar
 
 
Ex-presidente do Banco Central defende política econômica do governo

 

 
 
 
 


ÚLTIMAS EDIÇÕES DO JORNAL BRASIL EM FOLHAS

 
 




© 2008 - 2017 - BRASIL EM FOLHAS S/A - CENTRAL DE ATENDIMENTO +55 (62) 3040-8212