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 Filme de espionagem com Jennifer Lawrence e Projeto Flórida chegam aos cinemas - Jornal Brasil em Folhas
Filme de espionagem com Jennifer Lawrence e Projeto Flórida chegam aos cinemas


Veja um resumo dos principais filmes que estreiam no país na quinta-feira:

- Dirigido pelo austríaco Francis Lawrence (“Jogos Vorazes”), o thriller de espionagem “Operação Red Sparrow” sofre de uma grande dispersão de energia em muitos focos narrativos, além de uma notável falta de sutileza em todos eles.

A história começa em Moscou, onde reina no Bolshoi a primeira bailarina Dominika Egorova (Jennifer Lawrence). Talentosa a moça é, mas sua boa posição também depende da influência do tio Vanya (Matthias Schoenaerts), ligado ao serviço secreto russo.

Um acidente no palco corta a carreira da promissora bailarina. Seu tio, então, a convence a integrar também o serviço secreto, entrando para uma escola de espionagem onde, curiosamente, o treinamento enfatiza muito mais táticas sexuais do que armas ou lutas. A próxima missão de Dominika é em Budapeste, num duelo com o espião norte-americano Nate Nash (Joel Edgerton).

PROJETO FLÓRIDA

- Moonee (Brooklynn Prince) e Jancey (Valeria Cotto) têm 6 anos e moram perto da Disneylândia, mas isso não quer dizer que sejam bem-vindas no parque. Elas não têm dinheiro e criam seu próprio parque de diversões nos arredores dos hotéis onde moram. A Disney das meninas é bem diferente da real, mas é delas.

Escrito e dirigido por Sean Baker, o filme acompanha um verão na vida das garotas e das pessoas que as cercam, como a mãe de Moonee (Bria Vinaite) e o gerente do hotel onde ela mora (Willem Dafoe, indicado ao Oscar de coadjuvante). O resultado é um retrato melancólico da perda da inocência e de indivíduos que nunca foram convidados a participar do sonho americano.

Baker – que tem no currículo “Tangerine”- filma com carinho estes cidadãos à margem da sociedade. Personagens que seriam facilmente condenados por seus comportamentos e escolhas ganham o centro do palco e a chance de contar suas histórias.

A MALDIÇÃO DA CASA WINCHESTER

- O mais impressionante no terror gótico “A Maldição da Casa Winchester” não é sua coleção de sustos banais, a interpretação no piloto automático da veterana atriz Helen Mirren, nem mesmo o roteiro estapafúrdio. O que há de mais surpreendente é que suas assombrações clamam por controle de armas.

Dirigido pelos irmãos Michael e Peter Spierig, o filme parte de uma locação e de uma personagem reais para criar um terror risível. Helen Mirren interpreta Sarah Winchester, herdeira da famosa fábrica de rifles. Quando constrói uma casa e a reforma constantemente, sua sanidade é questionada pelos diretores da empresa, que querem afastá-la.

Um médico (Jason Clark) é contratado para dar um veredicto sobre a saúde mental da herdeira e, para isso, ele passa um tempo na mansão, repleta de portas, escadas que dão para o nada e fantasmas – vítimas de tiros saídos de uma Winchester. A premissa absurda rende sustos baratos, personagens que não convencem e um dinheiro fácil para a Dama Mirren.

O FILHO URUGUAIO

- O diretor francês Olivier Peyon expande o drama de Sylvie (Isabelle Carré), mãe francesa que vive há quatro anos longe do filho, depois que o ex-marido sumiu com ele no Uruguai, seu país natal.

Cansada de esperar pelas providências oficiais dos dois países, ela se lança a uma investigação pessoal e localiza o filho, Felipe (Dylan Cortes), hoje com 8 anos. Contando com a ajuda de um assistente social francês, Mehdi (Ramzy Bedia), ela planeja partir com o menino para casa, quer as autoridades policiais e consulares colaborem ou não.

Depois de muito sofrimento e espera, Sylvie é uma mulher capaz de tudo. Por enquanto, Mehdi consegue acalmá-la, dispondo-se a uma aproximação com a família paterna do menino que, depois da morte repentina do pai, está sendo cuidado pela avó, Norma (Virginia Méndez), e pela tia, Maria (Maria Dupláa).

Neste contato, Mehdi oculta sua conexão com Sylvie, iniciando um relacionamento de amizade com Felipe e também com Maria – que se transforma num interesse amoroso. Está armado o cenário complicador do impasse da mãe aflita para recuperar o filho perdido.

MOTORRAD

- Em “Motorrad”, um grupo de motoqueiros se embrenha por uma trilha na Serra da Canastra para espantar o tédio e acaba se deparando com uma gangue de motoqueiros sádicos que parecem não ser deste mundo. Com esse fiapo de premissa, o diretor Vicente Amorim faz um filme de suspense repleto de estilo e sadismo, mas com pouca substância.

Hugo (Guilherme Prates) é um jovem que quer fazer parte do grupo de motoqueiros do irmão mais velho (Emilio Dantas). Para poder montar sua própria moto, rouba uma peça de uma oficina e, quando é pego, acaba salvo por uma desconhecida (Carla Salle). Seus caminhos irão se cruzar novamente na trilha perigosa, na qual um a um os personagens são eliminados.

“Motorrad” é um filme sádico pelo simples prazer de ser perverso. Nada dentro dele justifica seu torture porn. E nem mesmo pessoas sendo degoladas ou incendiadas tira o torpor dos seus personagens mal-resolvidos, cujo comportamento não encontra explicações num provável estado de choque.

(Por Neusa Barbosa e Alysson Oliveira, do Cineweb)

* As opiniões expressas são responsabilidade do Cineweb

 

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