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 Taxa de desemprego cai na região metropolitana de São Paulo - Jornal Brasil em Folhas
Taxa de desemprego cai na região metropolitana de São Paulo


A taxa de desemprego total na região metropolitana de São Paulo caiu de 16,9%, em dezembro, para 16,2%, em janeiro deste ano, segundo informações da Pesquisa de Emprego e Desemprego (PED) realizada pela Fundação Seade e pelo Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese). A taxa de desemprego aberto (pessoas que procuraram trabalho de maneira efetiva nos 30 dias anteriores ao da entrevista e não exerceram nenhum tipo de atividade nos 7 últimos dias) recuou de 13,7% para 12,9%, e a de desemprego oculto variou de 3,2% para 3,3%.

Pela metodologia do Dieese, o desemprego oculto compreende duas categorias: desemprego oculto pelo trabalho precário, no qual pessoas que, para sobreviver, exerceram algum trabalho, de forma descontínua e irregular, ainda que não remunerado em negócios de parentes e, além disso, tomaram providências concretas, nos 30 dias anteriores ao da entrevista ou até 12 meses atrás, para conseguir um trabalho diferente deste; e desemprego oculto pelo desalento, em que pessoas que não têm trabalho, nem procuraram nos últimos 30 dias por desestímulos do mercado de trabalho ou por circunstâncias fortuitas, mas apresentaram procura efetiva de trabalho nos últimos 12 meses.

O número de desempregados foi estimado em 1.758 mil pessoas em janeiro, 99 mil a menos que no mês anterior. “Esse resultado decorreu de redução da população economicamente ativa (PEA) – 137 mil pessoas deixaram o mercado de trabalho da região, ou seja, redução de 1,2% – em intensidade superior à do nível de ocupação – eliminação de 38 mil postos de trabalho, ou seja, redução de 0,4%”, diz o Dieese.

Especificamente na capital paulista, houve queda na taxa de desemprego de 16,5% para 15,6%; na sub-região leste (Guarulhos, Mogi das Cruzes e outros), queda de 19,6% para 18,6%; e, na sub-região sudeste (Grande ABC), redução de 17,7% para 17,4%.

O nível de ocupação caiu 0,4% e o contingente de ocupados foi estimado em 9.093 mil pessoas. “Sob a ótica setorial, esse resultado decorreu de reduções na indústria de transformação (eliminação de 24 mil postos de trabalho, ou -1,7%), nos serviços (-22 mil, ou -0,4%) e na construção (-21 mil, ou -3,2%) e aumento no comércio e reparação de veículos automotores e motocicletas (geração de 20 mil postos de trabalho, ou 1,2%)”, acrescenta o Dieese.

Ainda segundo dados da pesquisa, o número de assalariados permaneceu em relativa estabilidade, com queda de 0,1%. No setor privado, houve queda no assalariamento com e sem carteira de trabalho assinada (-0,6% e -1,7%, respectivamente), enquanto aumentou no setor público (4,8%). Aumentou o contingente de empregados domésticos (1,2%) e reduziu-se o de autônomos (-1,0%).

No período de novembro a dezembro do ano passado, cresceram os rendimentos médios reais de ocupados (0,2%) e assalariados (0,6%), passando a equivaler a R$ 2.033 e R$ 2.074, respectivamente.

Acumulado do ano

Na comparação com o mesmo mês do ano passado, a taxa de desemprego total na região metropolitana de São Paulo também registrou queda. Em janeiro deste ano, ficou em 16,2% ante 17,1% de janeiro de 2017. No mesmo período, a taxa de desemprego aberto diminuiu de 14,1% para 12,9% e a de desemprego oculto aumentou de 3% para 3,3%. Entre as componentes desta última, a taxa de desemprego oculto pelo trabalho precário passou de 2,3% para 2,5%, no período.

A pesquisa revela que o contingente de desempregados diminuiu em 125 mil pessoas, resultado da redução da força de trabalho da região (162 mil pessoas saíram do mercado de trabalho no período, ou seja, queda de 1,5%) e do nível de ocupação (eliminação de 37 mil postos de trabalho, ou -0,4%).

Em relação a janeiro de 2017, o nível de ocupação caiu 0,4% em janeiro deste ano. “Setorialmente, esse desempenho deveu-se às reduções nos serviços (eliminação de 85 mil postos de trabalho, ou -1,6%) e no comércio e reparação de veículos automotores e motocicletas (-34 mil, ou -2,0%), parcialmente compensadas pelas elevações na construção (geração de 34 mil postos de trabalho, ou 5,7%) e na indústria de transformação (49 mil, ou 3,8%)”.

Entre dezembro de 2016 e de 2017, houve queda no rendimento médio real dos ocupados (-2,1%) e o dos assalariados (-3,3%).

Edição: Nádia Franco

 

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