Pressreader / UOL Banca / Nuvem



Siga, Curta e Compartilhe
#brasilemfolhas - #jonaldodia - #jornaldigital
#jornalbrasil - #newspaperbrazil - #jornalhoje


23 de Mar de 2019 - Jornal em tempo real - Expediente - Publicidade

 

 
Notícias
 O quebra-cabeças do novo sistema eleitoral italiano - Jornal Brasil em Folhas
O quebra-cabeças do novo sistema eleitoral italiano


Os italianos estreiam neste domingo uma nova lei eleitoral, muito complica e que combina os sistema de eleição proporcional com o majoritário, e não garante uma maioria estável nas duas câmaras do Parlamente.

Cerca de 50 milhões de italianos devem comparecer às urnas para eleger 630 deputados e 315 senadores.

Na Câmara de Deputados, cerca de um terço das cadeiras, e no Senado, cerca de um terço das cadeiras (232 deputados e 116 senadores), serão eleitos em distritos uninominais, sendo vencedor o candidato mais votado.

As vagas restantes (398 deputados e 119 senadores) são repartidas de forma proporcional entre as listas apresentadas pelos partidos ou coalizões em distritos regionais.

O sistema deve favorecer os partidos mais radicados no território, mas é possível que nenhuma das três forças políticas em disputa (a coalizão de direita, a coalizão de centro-esquerda e a formação antissistema M5E) obtenha a maioria necessária para constituir um governo.

Segundo o professor Roberto DAlimonte, da Universidade Luiss, considerado um dos maiores especialistas na matéria, o limite mínimo para um partido ou uma coalizão é de 40% dos votos com o sistema proporcional e de 70% com o uninominal.

O voto dos italianos no exterior pesa 2%, segundo alguns especialistas.

No Senado, para obter 158 vagas das 315, é preciso vencer com 50% dos votos nos tipos de colégios, segundo um deles.

Na Constituição, as duas câmaras do Parlamento têm o mesmo poder, votam a confiança no governo e adotam leis.

Para ter acesso ao Parlamento, um partido deve obter ao menos 3% dos votos, enquanto que uma coalizão deve conquistar ao menos 10% dos votos.

Os partidos que não conseguem nem 1% dos votos são descartados, mesmo que façam parte de uma coalizão.

Estes números também são aplicados ao Senado, apesar de na Câmara de Deputados uma lista que obtiver 20% dos votos em uma das 20 regiões em que o país está dividido pode ter acesso ao Parlamento independe dos resultados em nível nacional.

Para votar para o Senado é preciso ter 25 anos e o candidato ao menos 40.

Um candidato pode se apresentar uma única vez com o sistema uninominal, mas pode participar também nas listas distritais do sistema proporcional.

Trata-se de uma disposição destinada a garantir a eleição dos maiores líderes dos partidos.

Esta é a quarta lei eleitoral em vinte anos, sem incluir as tentativas fracassadas, em um país que deseja mais estabilidade, mas teme como poucos a ideia de um homem forte.

 

Últimas Notícias

MPF acusa Temer e Moreira Franco de corrupção em obras de Angra 3
“É muito ruim para o país ter um ex-presidente preso”, diz Mourão
STF adia julgamento sobre compartilhamento de dados da Receita com MP
Mourão diz que reforma dos militares é superavitária
Mourão: prisão de Temer não deve atrapalhar votações no Congresso
Alerj dá posse a deputados presos e convocará suplentes
Cada um deve responder por seus atos, diz Bolsonaro sobre Temer
Bolsonaro recebe homenagem na porta do Palácio do Alvorada

MAIS NOTICIAS

 

Copom inicia reunião nesta terça para definir taxa básica de juros
 
 
Mercado reduz projeção de crescimento da economia de 2,28% para 2,01%
 
 
Atividade econômica tem queda de 0,41% em janeiro, diz BC
 
 
Governo lança edital de estudos para concessão de 22 aeroportos
 
 
Governo do Rio anuncia rompimento da concessão do Maracanã
 
 
Conflitos e segurança poderão contar pontos na avaliação de escolas

 

 
 
 
 


ÚLTIMAS EDIÇÕES DO JORNAL BRASIL EM FOLHAS

 
 




© 2008 - 2017 - BRASIL EM FOLHAS S/A - CENTRAL DE ATENDIMENTO +55 (62) 3040-8212