Assine Brasil em Folhas / Nuvem / Pressreader



Siga, Curta e Compartilhe
#brasilemfolhas - #jonaldodia - #jornaldigital
#jornalbrasil - #newspaperbrazil - #jornalhoje


24 de Sep de 2018 - Jornal em tempo real - Expediente - Publicidade
 

...

...

 
Notícias
 BNDES anuncia redução dos spreads e alongamento em prazos de financiamento - Jornal Brasil em Folhas
BNDES anuncia redução dos spreads e alongamento em prazos de financiamento


O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) anunciou hoje (6) mudanças nas políticas operacionais que são base para os financiamentos da instituição. Entre as mudanças está a redução dos spreads (que é a taxa pela qual o banco se remunera) em setores definidos como estratégicos, como segurança pública, inovação, meio ambiente, saneamento, tratamento de resíduos sólidos e qualificação profissional. Nesses casos, as taxas cairão de 1,7% ao ano (a.a.) para 0,9%. Em média, o spread caiu de 1,7% para 1,3%.

O ajuste foi aprovado pela diretoria do banco e passará a valer nos próximos dias. A alteração dá prosseguimento às medidas que passaram a valer em janeiro deste ano e que fixaram a Taxa de Longo Prazo (TLP) aplicada nos financiamentos do banco em 6,76% a.a.. O valor ficou próximo ao da Taxa de Juros de Longo Prazo (TJLP), fixada em 6,75% ao ano para o primeiro trimestre de 2018 pelo Conselho Monetário Nacional (CMN). As medidas foram apresentadas nesta terça-feira (6) pelo presidente do BNDES, Paulo Rabello de Castro, em entrevista no escritório paulista do banco.

Antes da mudança, todas as linhas diretas de financiamento do BNDES – Financiamentos a Empreendimentos (Finem) – tinham spread de 1,7%. “É correto que tenham todos um spread único? Isso não fazia sentido e essa é a novidade. Vamos atribuir menor ou maior prioridade conforme tabela que fatalmente é crescente em termos de spreads. Antes, o banco não diferenciava”, explicou Paulo Rabello de Castro. Das quatro linhas que formam o Finem, apenas a Padrão B, que inclui, por exemplo, o desenvolvimento territorial dos estados, Distrito Federal e municípios, aumentou de 1,7% para 2,1%.

Rabello estimou que, cerca de 85% das atividades do banco, terão o spread mantido ou terão taxas menores. Ele avalia que essas mudanças podem impactar no ambiente financeiro. “Vai influenciar. O fato de nós estarmos tomando a dianteira, dentro do sistema bancário, de fazer esse movimento, para nós é uma questão de obrigação, mas não deixa também de ser uma satisfação, não ser o último da fila. O banco reconhece que dispõe de recursos suficientes para, sem prejuízo da sua rentabilidade, fazer esse movimento em favor do cliente”, explicou.

Outra mudança anunciada foi o alongamento dos prazos, tanto de carência quanto de amortização, dos financiamentos de projetos de infraestrutura. Com isso, investimentos em ferrovias, rodovias, hidrovias e mobilidade urbana poderão ter prazo de até 34 anos. Antes, o máximo era 20 anos. Projetos de energias alternativas, portos, aeroportos, exportação e desenvolvimento regional podem chegar a 24 anos. Financiamentos a educação, saúde, segurança e telecomunicações têm prazo de até 20 anos. Para giro, o máximo agora é cinco anos.

Segurança pública

O setor de segurança pública foi incluído como área estratégica, a partir de um alinhamento com as políticas do governo federal. “O presidente já tinha anunciado uma Política Nacional de Segurança Pública, mas não andou. Agora ele pegou mais pesado e anunciou um Ministério Extraordinário da Segurança Pública e fez intervenção no Rio de Janeiro. O banco imediatamente respondeu no que nos cabia. Nós fazemos parte do governo”, justificou. Ele informou que a iniciativa não foi a pedido do governo.

Financiamentos para o setor têm o valor de spread mais baixo (0,9%) e está na modalidade Incentivada A. Rabello informou que o BNDES está preparado para desembolsar R$ 4 bilhões neste ano. “A partir do ano que vem – este é um programa que propusemos ao governo federal que seja de cinco anos para que realmente possamos ter efetividade no gasto em segurança – nós calculamos em R$ 42 bilhões o gasto total incluindo este ano. Nesse horizonte, no próximo ano, o banco pode ultrapassar a marca de R$ 12 bilhões”, declarou.

Edição: Davi Oliveira

 

Últimas Notícias

Varejo perde R$ 19,5 bilhões em 2017 por danos em produtos e furtos
A partir deste sábado, candidatos só podem ser presos em flagrante
Brasileiros não se sentem prontos para lidar com a morte, diz pesquisa
Aos 95 anos, Gervásio Baptista recebe Medalha do Mérito Jornalístico
PF combate grupo criminoso responsável por contrabando de cigarros
Primavera começa hoje com possibilidade de novo episódio do El Niño
Facebook anuncia medidas para combater contas falsas e desinformação
Polícia Militar faz operação na Rocinha

MAIS NOTICIAS

 

Toffoli toma posse hoje na presidência do STF
 
 
Chanceler do Paraguai visita Brasil para negociar construção de pontes
 
 
Indústria recua em oito dos 15 locais pesquisados pelo IBGE em julho
 
 
Brasil amplia investimento em educação infantil, diz OCDE
 
 
México investiga caso de deputadas forçadas a renunciar
 
 
A série de ataques de 11 de Setembro completa 17 anos

 

 
 
 
 


ÚLTIMAS EDIÇÕES DO JORNAL BRASIL EM FOLHAS

 
 




© 2008 - 2017 - BRASIL EM FOLHAS S/A - CENTRAL DE ATENDIMENTO +55 (62) 3040-8212