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23 de Jan de 2019 - Jornal em tempo real - Expediente - Publicidade

 

 
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 China compra casa de chefe do tráfico morto para sua embaixada em Bogotá - Jornal Brasil em Folhas
China compra casa de chefe do tráfico morto para sua embaixada em Bogotá


A mansão de um falecido chefe do tráfico de drogas e ex-sócio de Pablo Escobar será a nova sede da embaixada da China em Bogotá, após um pagamento milionário ao governo da Colômbia, informaram fontes oficiais nesta sexta-feira (9).

A administração asiática pagou 49,839 bilhões de pesos (cerca de 16,6 milhões de dólares) pela casa e pelo terreno de mais de 5.400 metros quadrados que pertenceu a Gonzalo Rodríguez Gacha, conhecido como El mexicano, um dos mais temidos narcotraficantes colombianos, assinalou o Ministério da Fazenda em comunicado.

A negociação, oficializada nesta sexta, é uma das maiores que envolve bens apreendidos do tráfico.

Na conhecida Casa Shaio, de 554 metros quadrados, será construída a nova sede da delegação diplomática chinesa na Colômbia, que será uma das maiores na América Latina.

Localizados no luxuoso setor de La Cabrera, no norte da capital colombiana, a casa e o terreno passaram a ser propriedade do governo em 1995, seis anos depois da morte de Rodríguez Gacha, um dos líderes do Cartel de Medellín, em uma operação das forças estatais.

Para vender o terreno, o Estado havia realizado dois leilões públicos em fevereiro, mas nenhum dos dois alcançou uma oferta viável, sustentou o ministério.

Um total de 40% do dinheiro da compra será destinado para o governo nacional, 25% para a Procuradoria, outros 25% para o braço judicial e 10% para a Polícia, acrescentou.

Gonzalo Rodríguez Gacha, definido por muitos como mais violento do que Escobar, foi morto em 15 de dezembro de 1989, após ser dedicar por quase três décadas ao tráfico de drogas.

El mexicano acumulou uma fortuna gigantesca que incluía imóveis de luxo e inclusive a propriedade do clube de futebol Millonarios, um dos mais premiados do país.

Rodríguez Gacha era considerado o encarregado da ala militar do Cartel de Medellín, além de ser um dos precursores do paramilitarismo na Colômbia.

 

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