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19 de Fev de 2019 - Jornal em tempo real - Expediente - Publicidade

 

 
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 Os 4 investimentos favoritos dos multimilionários brasileiros - Jornal Brasil em Folhas
Os 4 investimentos favoritos dos multimilionários brasileiros


SÃO PAULO - Os investimentos dos brasileiros que têm mais de R$ 10 milhões em aplicações aumentaram 12,3% no ano passado em relação a 2016, para R$ 98 bilhões em 2017, segundo a Anbima (Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiro e de Capitais).

Em linha ao atual cenário macroeconômico, os gestores estão trabalhando fortemente com o conceito da diversificação. As posições em ativos mais sofisticados, que agreguem riscos maiores, é uma tendência que deve permanecer em 2018, na busca por retornos mais atrativos, afirma o diretor da Anbima, Richard Ziliotto.

Entre os ativos que mais cresceram em volume nas carteiras de gestão de patrimônio dos multimilionários, os fundos multimercados se destacaram e o montante aplicado nesse tipo de investimento avançaram 35% em 2017, para R$ 28,1 bilhões.

A previdência aparece em seguida na preferência dos multimilionários, com aumento de 28,3% ante 2016, totalizando R$ 2,1 bilhões em 2017.

Os ativos de renda fixa subiram 6,2%, para R$ 45,1 bilhões, puxados pelos títulos públicos e os FDICs - fundos de investimento em direitos creditórios. Em renda variável, a alta foi de 3,3%, para R$ 16 bilhões, sustentada pelos fundos dessa categoria, já que os investimentos diretos em ações caíram 9,4%.

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Carteira dos multimilionários A composição das carteiras dos investidores com mais de R$ 10 milhões seguiu o perfil dos anos anteriores. O aumento nos aportes em multimercados contribuiu para ampliar a fatia desse investimento entre os demais ativos utilizados, passando de 23,9% para 28,7% em 2017. A renda fixa manteve a maior participação, com 46%, porém, acabou perdendo espaço em relação a 2016, quando chegava a 48,6%.

Essa variação resulta da diminuição na oferta de produtos isentos, que tradicionalmente são muito procurados por esses clientes, e da queda dos juros, diz Ziliotto. Na sequência, aparecem renda variável (16,3%), produtos estruturados (6,5%) e previdência (2,1%).

 

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