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21 de Nov de 2018 - Jornal em tempo real - Expediente - Publicidade

 

 
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 Colômbia tem falta de cédulas para votação que definirá candidatos presidencias - Jornal Brasil em Folhas
Colômbia tem falta de cédulas para votação que definirá candidatos presidencias


As cédulas para a votação que vai definir os candidatos presidenciais na Colômbia acabaram em alguns pontos do país, que realiza também eleições legislativas, informou neste domingo a entidade encarregada de organizar as eleições.

O Registro Nacional assegurou que não houve cédulas suficientes em 20 dos mais de 11.000 postos de votação no país, alguns deles em Bogotá e Medellín, para definir os aspirantes presidenciais da direita e da esquerda por falta de orçamento.

Por problemas orçamentários não foi impressa a totalidade de cédulas (36 milhões, o número de colombianos habilitados a votar), só foram impressas 15 milhões para cada consulta - da esquerda e da direita -, disse o registrador, Juan Carlos Galindo, a jornalistas.

O funcionário havia ordenado previamente trasladar cédulas entre as mesas e aprovou inclusive fotocópias das cédulas para suprir a demanda dos eleitores nos locais em que for necessário.

A 40 minutos do fechamento das urnas, Galindo assegurou que a situação estava normalizada.

Segundo o registrador delegado para temas eleitorais, Jairo Suárez, a entidade solicitou ao governo um orçamento de 33 bilhões de pesos (11 milhões de dólares), mas só foram aprovados 26 bilhões (oito milhões de dólares).

Não é um problema de falta de cédulas, mas de distribuição das mesmas, afirmou o ministro do Interior, Guillermo Rivera.

O ministro da Fazenda, Mauricio Cárdenas, assegurou que o número de cédulas impressas foi determinado com base no histórico de eleitores na Colômbia, onde a abstenção costuma ser de cerca de 60%.

As consultas interpartidárias definirão os candidatos de esquerda e de direita para as presidenciais de 27 de maio, quando será eleito o substituto de Juan Manuel Santos.

Na direita participam o senador Iván Duque, do Centro Democrático, liderado pelo ex-presidente Álvaro Uribe, a conservadora Marta Lucía Ramírez e o ex-procurador Alejandro Ordóñez.

O ex-guerrilheiro e ex-prefeito de Bogotá Gustavo Petro lidera as pesquisas para a esquerda, na frente do ex-mandatário da cidade caribenha de Santa Marta Carlos Caicedo.

 

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