Pressreader / UOL Banca / Nuvem



Siga, Curta e Compartilhe
#brasilemfolhas - #jonaldodia - #jornaldigital
#jornalbrasil - #newspaperbrazil - #jornalhoje


23 de Jan de 2019 - Jornal em tempo real - Expediente - Publicidade

 

 
Notícias
 Conservador Sebastián Piñera assume pela segunda vez presidência do Chile - Jornal Brasil em Folhas
Conservador Sebastián Piñera assume pela segunda vez presidência do Chile


O conservador Sebastián Piñera iniciou neste domingo seu segundo mandato no Chile, que vai até 2022, com a promessa de acelerar a economia e o objetivo de administrar o legado de reformas da socialista Michelle Bachelet.

O socialista Carlos Montes, presidente do Senado, tomou o juramento de Piñera e lhe entregou a faixa presidencial, cedida por uma emocionada Bachelet, que, pela segunda vez nos últimos oito anos, ajudou o novo presidente a arrumá-la.

Após o juramento dos membros do gabinete, Piñera, acompanhado da primeira-dama, Cecilia Morel, um apoio importante durante a campanha eleitoral, ofereceria uma recepção aos convidados, entre eles os chefes de Estado de Brasil, Argentina, Bolívia, Equador, Honduras, México, Peru e o rei emérito da Espanha, Juan Carlos I.

Mas foi Bachelet a estrela da multidão concentrada no palácio presidencial de La Moneda, em Santiago, e, depois, ao redor do Congresso: O povo, unido, jamais será vencido, gritava a multidão, que agradecia à presidente.

Bachelet, última chefe de Estado em exercício da América Latina, empreendeu em seu segundo mandato um pacote ambicioso de reformas para desmantelar a herança da ditadura militar de Augusto Pinochet (1973-1990), que Piñera terá que administrar a partir de agora.

Piñera fará no fim da tarde seu primeiro discurso, em que deverá revelar suas prioridades para os próximos quatro anos.

Sinto que agora tenho mais experiência, maturidade, mais senso da importância de unir os chilenos. Mais humildade para ouvir, com os olhos e ouvidos mais atentos, disse nesta semana o presidente eleito, 68 anos, que derrotou no segundo turno, em dezembro, com 54% dos votos, o candidato Alejandro Guillier.

O magnata, dono de uma fortuna avaliada em 2,7 bilhões de dólares pela revista Forbes, prometeu converter o país em uma nação desenvolvida em oito anos.

Os mercados responderam com otimisto às propostas de Piñera de incentivar os investimentos, apostar com força na criação de empregos e reduzir gradualmente os impostos para as empresas.

Sem maioria no Parlamento, o presidente suavizou suas propostas de campanha e deu um giro para o centro para conquistar votos da esquerda moderada, principalmente da Democracia Cristã, e poder levar adiante seu programa de governo.

Com um crescimento médio de quase 2% nos últimos quatro anos, arrastado pela queda do preço do cobre - do qual o Chile é o maior produtor mundial -, Piñera prometeu acelerar o passo da economia, em recuperação.

Em janeiro, o Índice Mensal de Atividade Econômica cresceu 3,9%, seu melhor registro nesse mês em cinco anos, e analistas começam a considerar uma alta nas previsões de crescimento para este ano, a 3,5%.

Bachelet se despediu dos chilenos com uma mensagem no Facebook em que afirma estar profundamente orgulhosa das transformações que impulsionamos nestes anos, e convencida de que o Chile é, hoje, um país mais justo e livre.

 

Últimas Notícias

Chega a 73 o número de mortos em explosão no México; feridos somam 74
Forte terremoto de magnitude 6,7 atinge o Chile
Mais de 150 imigrantes se afogam no Mar Mediterrâneo
Brasil e Europa vão ser interligados por novo cabo submarino
Acordo para mudar nome da Macedônia gera protestos em Atenas
Ghosn está disposto a aceitar qualquer condição para obter fiança
Bombeiros buscam pessoa desaparecida depois de tromba dágua no Rio
Mega-Sena acumula de novo e pode pagar R$ 38 milhões na quarta-feira

MAIS NOTICIAS

 

ANP aprova credenciamento de empresa certificadora
 
 
Política de combate à inflação foi bem-sucedida, diz presidente do BC
 
 
Marcos Pontes: fusão de Embraer e Boeing preserva interesses do país
 
 
Número de linhas de celular tem maior queda do ano em novembro
 
 
ANP: Petrobras pede prazo maior para definir quais campos vai explorar
 
 
Ex-presidente do Banco Central defende política econômica do governo

 

 
 
 
 


ÚLTIMAS EDIÇÕES DO JORNAL BRASIL EM FOLHAS

 
 




© 2008 - 2017 - BRASIL EM FOLHAS S/A - CENTRAL DE ATENDIMENTO +55 (62) 3040-8212