Pressreader / UOL Banca / Nuvem



Siga, Curta e Compartilhe
#brasilemfolhas - #jonaldodia - #jornaldigital
#jornalbrasil - #newspaperbrazil - #jornalhoje


14 de Nov de 2018 - Jornal em tempo real - Expediente - Publicidade

 

 
Notícias
 AGM cobra do Governo Federal repasses de R$ 1,3 bi - Jornal Brasil em Folhas
AGM cobra do Governo Federal repasses de R$ 1,3 bi




A Confederação Nacional de Municípios (CNM) acaba de divulgar o resultado de um estudo o qual ilustra muito bem a gravidade da situação de penúria enfrentada pelos municípios brasileiros. Para o presidente da Associação Goiana de Municípios (AGM), Paulo Sérgio de Rezende (Paulinho) “os municípios vivem um verdadeiro dilema. Se por um lado lutam para a obtenção de maior autonomia financeira através de mudanças no Pacto Federativo, com uma distribuição mais justa dos recursos, por outro, amargam com o não cumprimento dos compromissos já assumidos pelo Governo Federal”. Segundo eles os recursos já são insuficientes para as necessidades dos municípios e ainda há atrasam, o que agrava a situação.

E é exatamente sob esse aspecto que trata o levantamento feito pela CNM. O Governo federal deve mais de R$ 37 bilhões aos municípios devido aos Restos a Pagar. Obras paradas e abandonadas é a realidade em todas as regiões brasileiras, e um problema para os governantes e para a população. Frequentemente nos jornais, principalmente creches e unidades de saúde, essas construções são classificadas como exemplos de desperdício de dinheiro público. Mas poucos conhecem a origem do problema.

Um estudo da Confederação Nacional de Municípios (CNM) mostra que, só em 2017, o governo federal deixou de repassar mais de R$ 37 bilhões para investimento nessas construções em todo o país. Para Goiás um total de R$ 1.327.673.356,75 bilhão. Esses recursos foram empenhados em 2017 e não repassados.

Com isso obras importantes custeadas com recursos federais, ou com contrapartida dos municípios estão paralisadas. Por falta de informação sobre o que ocorre na realidade e de quem é a verdadeira culpa, a população reclama e cobra dos prefeitos, os quais se submetem aos desgastes.

Ao analisar os dados da CNM, conclui-se que os chamados Restos a Pagar (RAPs) – recursos prometidos para desenvolvimento de projetos nos Municípios e não repassadas – são responsáveis por grande parte do atual de cenário de obras sem conclusão. Soma-se a isso, a burocracia e a ineficiência dos órgãos que atuam diretamente no processo.

Só nos primeiros meses deste ano, um relatório da Secretaria do Tesouro Nacional (STN) indica um total de R$ 155 bilhões de Restos a Pagar inscritos no Orçamento Geral da União (OGU). O que soma mais de mais de R$ 6,8 bilhões e indica aumento de 4,6%, em relação a 2017.

 

Últimas Notícias

Nordeste perdeu 1 milhão de trabalhadores no campo de 2012 para 2017
IBGE prevê em 2019 safra de grãos 0,2% menor que a de 2018
Safra de grãos pode chegar a 238,3 milhões de toneladas, diz Conab
Banco do Brasil tem lucro de 14,3% no terceiro trimestre
Percentual de inadimplentes recua em outubro, diz CNC
Boletos vencidos de todos os tipos serão pagos em qualquer banco
Leonardo de Morais toma posse na presidência da Anatel
Natal deve movimentar R$ 53,5 bilhões na economia do país, prevê SPC

MAIS NOTICIAS

 

No Congresso, Temer defende reuniões frequentes entre Poderes
 
 
Bolsonaro reafirma, no Congresso, compromisso com a Constituição
 
 
Bolsonaro critica Enem e diz que prova deve cobrar conhecimentos úteis
 
 
Governo de transição dividiu trabalhos por temas em dez frentes
 
 
Para ministro, é “mais simples” unir MEC com Ciência e Tecnologia
 
 
Bolsonaro e Temer iniciam hoje formalmente governo de transição

 

 
 
 
 


ÚLTIMAS EDIÇÕES DO JORNAL BRASIL EM FOLHAS

 
 




© 2008 - 2019 - BRASIL EM FOLHAS S/A - CENTRAL DE ATENDIMENTO +55 (62) 3040-8212