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16 de Fev de 2019 - Jornal em tempo real - Expediente - Publicidade

 

 
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 UemaSul amplia quadro de professores com editais para concurso público - Jornal Brasil em Folhas
UemaSul amplia quadro de professores com editais para concurso público


Parte fundamental para a consolidação, fortalecimento e expansão da Universidade Estadual da Região Tocantina do Maranhão (UemaSul), o Governo do Estado abriu editais para contratação de professores na região. O aumento do quadro de docentes era uma reivindicação antiga, desde o período antes da criação da UemaSul, ainda como UEMA. Atualmente existem 30 vagas abertas em cinco editais.

Em 15 anos, nunca tinha sido realizado um concurso para servidor efetivo e agora, em 2018, foram abertas 39 vagas com o lançamento de oito editais que contemplaram todos os centros da universidade. Dos oito editais, cinco ainda estão com inscrições abertas.

“Para o campus Imperatriz, foram 19 vagas divididas para o Centro de Ciências Agrárias; Centro de Ciências Humanas, Sociais e Letras; além do Centro de Ciências Exatas, Naturais e Tecnológicas. Serão também 10 vagas para o campus de Açailândia e 10 vagas para o campus que estamos implantando em Estreito”, explicou o vice-reitor Expedito Barroso.

Na ausência de inscrições para as vagas de doutor, será realizada a reabertura das inscrições aceitando a titulação de mestre. A remuneração inicial pode chegar até R$ 8.236,22 em início de carreira e todos os editais estão disponíveis no site www.uemasul.edu.br/concursos.

No Plano de Desenvolvimento Institucional elaborado pela UemaSul para o quadriênio 2017-2021, a previsão é de aumento em 50% no quadro de professores efetivos. Com as vagas abertas este ano, essa meta já fica próxima de ser alcançada, porque representará um aumento de 30% dos professores efetivos. “Possivelmente serão mais 39 professores doutores em nosso quadro, o que terá impacto direto no desenvolvimento do ensino, da pesquisa e da extensão”, comentou a reitora Elizabeth Nunes Fernandes.

Para a acadêmica Daniela Amaral, do curso de Letras, no campus Açailândia, o momento é de grande expectativa em relação à chegada dos primeiros professores efetivos. “Eu acredito que seja um bom avanço, porque assim a gente consegue ter um ensino de qualidade. Temos bons professores substitutos, que nos ajudam a desenvolver projetos, mas, como eles têm um contrato por tempo limitado, muitas vezes eles têm que deixar os projetos e até as aulas pela metade, sem contar que para ter financiamentos ou bolsas de pesquisa ou extensão é obrigatório que sejam professores efetivos”, declarou a estudante.

 

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